Tuesday, May 27, 2014
Monday, May 26, 2014
Saturday, May 24, 2014
As Leituras do Gato Vadio
As Leituras do Gato Vadio prosseguem no próximo sábado, 24 de Maio, pelas 17h00, com uma sessão dedicada a Mário-Henrique Leiria.
O convidado é Miguel Ramalhete Gomes.
Eh pá, vê-se logo que não leste o meu livro. Sabes o que eu penso dele? Que é apenas um acto de crueldade. Não te admires homem, pois a crueldade é somente um processo quotidiano de exprimir qualquer coisa. Claro que isto não obriga a estar sempre a matar a avozinha ou o primo. As minhas histórias são todas inventadas, digamos. Mas tudo é invenção, meu caro. Até nós inventamos, ou se pretenderes puxar ao intelectual, dirás que reinventamos. Mário-Henrique Leiria, Abril de 1973.
O Gato Vadio fica na Rua do Rosário, 281, no Porto.
Friday, May 23, 2014
40 X ABRIL
São 20 ilustrações e outros tantos poemas num livro que se desdobra de mil modos para celebrar a liberdade, mergulhando raízes na utopia e sem esquecer aquilo que o presente nos exige em nome de um futuro distinto. Em fundo, ouve-se o Zé Mário Branco, suando em FMI. Vá-se lá saber porquê…
UM BANHO DE ABRIL
RUI PORTULEZ, do Prefácio.
40 Anos de 25 de Abril, como comemorá-los?
Há quem pense em encher chaimites com cravos ou enfeitar a assembleia da república com laçarotes de retórica vazia e demagogia panfletária. Nós pensamos que a palavra de ordem “25 de Abril sempre!” continua a fazer sentido. E, já agora, “Fascismo nunca mais!” também.
Por isso, achámos que seria necessário comemorar Abril com dignidade, de forma marcante e perene, e de imediatoescolhemos como bandeira os ideais da revolução portuguesa, mergulhando de cabeça no nosso país de poetas, e não na areia. Ao invés de repetir os versos que deram alento ao povo e ajudaram a fazer cair o regime, optámos por actualizar os valores de Abril, sob o signo da Liberdade. Celebrando esse bem escasso. Liberdade ontológica, de expressão, de escolha, de pensamento. A liberdade que vai passando por aqui, mas cujo caudal tantas vezes não passa de um fio de água, constrangida e ainda por cima ameaçada de privatização...
Por isso, convidámos 20 poetas e 20 ilustradores para que nos dessem um banho de Abril. Para que lavassem os restos do país salazarento, transformassem o pântano num mar bravo de ideias, fizessem muitas ondas, saltassem as margens da apatia e acabassem de vez com a seca do respeitinho, dos braços caídos, do nada a fazer. Que eles ensinassem ou relembrassem a nadar, para apanhar a maré alta que queremos que se levante.
Foi este o resultado. E agora, ouvindo a música de José Mário Branco como inspiração maior, “troquemos-lhes as voltas, que ainda o dia é uma criança!”
tem ILUSTRAÇÕES de
Ana Biscaia, André Carrilho, Afonso Cruz, João Fazenda, Alex Gozblau, António Jorge Gonçalves, Luís Lázaro, André Lemos, André Letria, André da Loba, João Maio Pinto
Luis Manuel Gaspar, Tiago Manuel, Mariana, a miserável, Rui Rasquinho. Cristina Sampaio, Manuel San Payo, Nuno Saraiva, Gonçalo Viana, Pedro Zamith
tem POESIA de
Maria Quintans, Margarida Vale de Gato, Helder Moura Pereira, Raquel Nobre Guerra
Carlos Alberto Machado, Catarina Nunes de Almeida, Filipa Leal, António Poppe
Luís Quintais, Miguel-Manso, Fernando Luís Sampaio, Regina Guimarães, Paulo José Miranda, Manuela de Freitas, Vasco Gato, Inês Fonseca Santos, Joana Emídio Marques, António Cabrita, Nuno Brito, Miguel Cardoso
Tuesday, May 20, 2014
Monday, May 19, 2014
Passatempo X-Men: os vencedores
Em jogo estavam dez entradas duplas para cada uma das sessões da antestreia do X-MEN, dia 21 de Maio, às 21h30, no Porto (Cinemas UCI Arrabida 20 Gaia) e em Lisboa (Cinemas UCI El Corte Inglés Lisboa). Para concorrer, bastava dar uma sugestão para salvar o mundo. Além dos convites duplos, as cinco melhores sugestões ganhariam uma t-shirt. Segue a lista dos vencedores dos convites e as sugestões dos que ganharam também as t-shirts. A todos muito obrigado por participarem; fiquem atentos porque haverã mais passatempos.
Cinemas UCI El Corte Inglés Lisboa
Bruno Santos
Sergio Costa
Isabel Corujo
Gonçalo Ribeiro
Carlos Banza
Susana Mendonça Rodrigues
Maria João Alves Ferreira
Liliana Leitão
Claudia Marques
Pedro Miguel Tavares de Oliveira
Cinemas UCI Arrabida 20 Gaia
Ana Ferro
André Melo
Pedro Nuno Chaves Ferreira
Elsa Carlos
Ricardo Lago
António José Neves de Sousa
Diana Salomé Areias Vilhena
Ricardo Salazar
Ricardo Filipe de Castro Bastos
Catarina Isabel da Loura Soares
Quanto aos ganhadores das t-shirts e respectivas sugestões para salvar o mundo:
A proposta do Bruno Santos:
Reiniciar o sistema social com a premissa que todos necessitam do mesmos valores básicos e garantindo que tem acesso aos mesmo. Assim, o fosso entre os países pobres e ricos desaparecia. Problema: infelizmente a ganância humana nunca vai desaparecer.
A da Isabel Corujo
Para salvar o mundo necessitam de uma X-Woman para cooperar com o X-Men, e está Claro que essa X-Woman sou EU.
A do Gonçalo Ribeiro
A minha sugestão é que se as pessoas fossem honestas, principalmente com elas, o mundo estaria a salvo de tudo!
A da Liliana Leitão
Eu para salvar o mundo clonava o Alvim! (Graxa funciona sempre.)
Conta o André Melo
É incrível o tempo que eu perdi para encontrar uma sugestão para salvar o mundo num passatempo para ganhar um convite duplo de cinema. A minha sugestão só pode ser mesmo que temos de perder menos tempo com coisas inúteis e dar um uso mais produtivo à nossa criatividade, logo tornando-nos mais felizes e realizados e sem tempo para chatear as outras pessoas, salvando assim o mundo. Dito isto, gostava mesmo de ganhar o convite e a t-shirt, pois são precisamente este tipo de coisas inúteis que me deixam feliz.
Bodyspace volta a programar concertos para o Serralves em Festa 2014
Sunday, May 18, 2014
Friday, May 16, 2014
Inquérito de Férias do jornal Metro - Xana Nunes
Esta semana o inquérito foi respondido pela empresária Xana Nunes, presidente e fundadora da XN Brand Dynamics
Umas férias
Todas aquelas que o maior stress são decisões como... mergulhar para a esquerda ou para a direita. Rua acima ou rua abaixo. Sumo de Côco ou de Melancia. Com rumo ou ao sabor do vento. Pode ser Tailândia ou Índia, Nova Iorque ou Berlim, de avioneta ou bicicleta. Na verdade não interessa o local. Interessa o que se aprende. O que se vê e sente. Quem se conhece.
Uma ideia
Um novo mundo com novas leis: Os partidos deveriam acabar ou trabalhavam em conjunto; As pessoas seriam eleitas pelas suas competências; Os fins de semana seriam de 3 dias; Todas as mulheres e homens, deveriam estar com os filhos mais tempo por dia do que os professores ou empregadas; Os jovens depois de acabarem o 12ª eram obrigados a viajar e trabalhar pelo mundo dois anos e só depois entravam nas Universidades; As crianças teriam que aprender a reciclar os seus pertences; Todos podiam ter dentistas gratuitos; Os arquitectos com mau gosto eram obrigados a deixar de trabalhar; Um dia por semana ninguém podia usar aparelhos electrónicos; Não se podia buzinar; Cuspir para o chão dava prisão. E mais e mais…
Uma asneira
Dizerem que as crianças tem deficit de atenção ou são hiperactivas quando muitas vezes o que têm é falta de atenção da família e não gostam de viver no mundo da forma como ele está.
Uma paixão
Viajar e escrever cadernos de viagens. Escrever no silêncio dos aviões. Escrever antes de adormecer. Fotografar o que escrevo. Filmar momentos. Marcar mapas.
Uma curiosidade
A que aprendi ontem… Que são precisos 8 casulos de bichos da seda para fazer um lenço de seda Hermès.
Uma pergunta
Porque não há panquecas em todo o lado ?
Uma resposta
O silêncio.
Uma lição
Quem anda à chuva molha-se.
Uma aventura
Ir a um centro comercial cheio de pessoas a um domingo a chover
Um segredo
Já me transformei em sereia e depois voltei a ser eu.
Uma invenção
Um teletransportador
Um desabafo
Parem de roubar golos ao Sporting !
Um problema
É fatalista, mas é verdade…não queria nada morrer
Um sonho
Ter feito arquitectura e trabalhar com a Zaha Hadid
Uma cor
Azul petróleo
Quintas de Leitura - Sessão comemorativa dos 13 anos
"A poesia é uma arma carregada de futuro''
Teatro do Campo Alegre | Porto
29 de Maio de 2014 - 22H00
Um poema de Gabriel Celaya, imortalizado pela voz de Paco Ibañez, dá título à sessão comemorativa dos 13 anos de ação poética do ciclo “Quintas de Leitura”, “A poesia é uma arma carregada de futuro”, espetáculo a realizar no auditório do Campo Alegre, a 29 de maio, às 22h00.
Ana Drago, Inês Pedrosa, Maria do Rosário Pedreira, Mário Zambujal e Paulo Cunha e Silva falarão sobre poesia, sobre o estado da cultura em Portugal, numa conversa sem rede e sem freios, moderada por Carlos Vaz Marques, diretor da revista “Granta” e condutor do programa televisivo e radiofónico “Governo Sombra”.
As leituras poéticas ficarão a cargo dos atores Teresa Coutinho, Paulo Campos dos Reis e Pedro Lamares. Entre leituras, a sonoridade encantatória do violino de Ianina Khmelik. O conceituado ilustrador Alex Gozblau assina a imagem da sessão.
Destaque-se ainda a presença da bailarina Mafalde Deville que apresentará um solo baseado na personagem ELA, protagonista do livro “O lago avesso” da escritora Joana Bértholo.
A voz mágica de Raquel Tavares, acompanhada pelo violão de Edu Miranda, remata esta sessão comemorativa.
“E no fim disto tudo um Azul-de-Prata.” (A. M. Lisboa)
Thursday, May 15, 2014
Wednesday, May 14, 2014
DEIXEM O PIMBA EM PAZ | A DIGRESSÃO NACIONAL JÁ COMEÇOU
Atenção às datas:
MAIO
Dia 15 | Teatro Municipal de Vila do Conde
Dia 23 | Fórum Luísa Todi | Setúbal
Dia 24 | Pax Julia Teatro Municipal | Beja
JUNHO
Dia 5 | Teatro José Lúcio da Silva | Leiria
Dia 7 | Jardim Henriqueta Maia | Ílhavo
Dia 9 | Teatro Tempo | Portimão
Tuesday, May 13, 2014
Entrevista à Meios & Publicidade
“Gostava de dirigir uma rádio, uma televisão e uma
revista que marcassem uma geração”
Entrevista por Rui Oliveira Marques
Este sábado
decorreu o Festival Alternativo da Canção, mais um evento organizado por
Fernando Alvim, que é o criador de vários festivais e concursos. “O Festival
Alternativo da Canção foi criado há cinco anos para provar que era possível
fazer melhor do que o Festival da Canção. E, de facto, não é muito difícil,
basta ouvirmos a canção vencedora deste ano por exemplo”, descreve Fernando
Alvim.
Meios &
Publicidade (M&P): Quantos festivais ou entregas de prémios organiza por
ano? Consegue fazer dinheiro com estas iniciativas?
Fernando Alvim (FA): Organizo o Festival Termómetro, o
Festival Alternativo da Canção, os Prémios Novos, a Regata de Barquinhos aRemos, o Torneio de Golfe para Nabos, os Monstros do Ano, o Portugal é Agora e,
juntamente com o Luís Veríssimo, o Festival do Cano, que vai regressar outra vez
este ano. Em 2014 ainda vamos lançar pelo menos mais duas iniciativas.
Actualmente quase todos os nossos eventos têm um patrocinador que é a Guronsan,
que é o patrocinador mais incrível que alguma vez podíamos ter conseguido. Não
é fácil ter patrocinadores para coisas tão out of the box como as que nós
fazemos e é curioso que são as mais sérias, que fogem um pouco ao domínio do
humor, onde temos mais patrocinadores. É o exemplo dos Prémios Novos, que tem o
apoio da Caixa Geral de Depósitos, da Guronsan e da Delta e que para o ano já
terá a Sagres e a Jameson. Em algumas iniciativas consigo ganhar dinheiro, mas
não muito. Temos uma política de entrada livre e, quando cobramos bilhetes, é
sempre a um preço muito baixo.
M&P: No caso
dos Prémios Novos percebe-se que as marcas queiram associar-se a uns prémios
que remetem para o empreendedorismo e novos talentos. Os directores de
marketing têm medo de associar a sua marca a projectos demasiado irreverentes?
FA: Há esse medo e, com a crise, acentuou-se. O humor é
algo que aproxima, mas que causa também algum receio, pode ser intimidante. É
um bocado como as mulheres que dizem que gostam muito dos homens que as fazem
rir, mas que casam com aqueles que as fazem chorar. Contudo, o humor continua a
ser a forma mais funcional de levarmos uma mensagem a muitos. Já ninguém
acredita naquela coisa da excelência da condução, do serviço, da competência.
As redes sociais mudaram as regras do jogo. As pessoas perceberam que 10 pessoas
a falarem bem de um sítio é mil vezes mais fiável do que um anúncio no jornal
ou na TV a dizer que o sítio é muito bom.
M&P: Há pouco
referiu que tinha mais dois eventos em mente. Não há o perigo de eles começarem
a canibalizar-se?
FA: Não corremos esse risco porque as iniciativas são
diferentes, embora possam existir pontos em comum. Há necessidade de irmos pelo
não-óbvio, pelo não-facilitismo, por não mais do mesmo. Para mim é impensável
criar uma revista que seja igual ou fale a mesma linguagem de outra que já
exista. Se é para isso, não vale a pena mexer-me. Não compreendi muito bem as
bandas de covers por isso, porque é um caminho muito fácil. Difícil é fazer
algo verdadeiramente original. E não estou aqui a dizer que tudo o que eu faço
é muitíssimo original, mas garanto que tento que o seja.
M&P: Em que
ponto está a televisão online Speaky TV? É para manter no formato actual?
FA: O projecto é para ser redimensionado. Terei duas
reuniões, uma com a Zon e outra com a Meo, para darmos um passo que nos parece
obrigatório, isto é, chegarmos à televisão.
M&P: Mas qual
seria então o formato do canal para entrar nessas plataformas?
FA: Não posso adiantar muitos pormenores, mas posso dizer
que gostaria de fazer uma espécie de RTP2 alternativa. Aliás, desenhei este
projecto para a RTP2 numa altura em que me sondaram para me ligar ao canal.
M&P: Que
ligação seria essa à RTP2?
FA: Não posso revelar pormenores porque não veio a
acontecer e seria deselegante da minha parte, mas seria algo com
responsabilidade para com o canal.
M&P: Numa
evolução da Speaky TV para o cabo, seria a primeira personalidade mediática a
criar um canal à sua imagem, quase como a Oprah. Não é uma visão demasiado
pessoal para despertar o interesse da Zon ou do Meo?
FA: Nunca tinha pensado nisso, mas agrada-me a analogia,
podia ser uma espécie de Oprah dos portugueses, embora gostasse de ter um
décimo da sua influência. Consegui que as pessoas olhassem para mim, não como
um simples comunicador, mas também como alguém, que faz de facto. Não tem qualquer
sentido estarmos a dizer que isto está mal e que devia ser mudado e não sermos
nós, justamente nós, a darmos o exemplo e a fazer. É isso que quero. E espero
casar-me com a Zon e Meo em comunhão de bens. Se for um canal que venha trazer
algo de novo e agite esta quase resignação do meio, pode ser um êxito, ter
mercado e espectadores militantes.
M&P: Como vê o
panorama da TV em Portugal?
FA: Vejo-o muito previsível, a arriscar muito pouco, a
seguir uma espécie de playlist, programas cansados no seu formato, a velha
fórmula apresentador mais apresentadora, entrevistas com pessoas a dizerem que
tiveram uma vida de sofrimento com a apresentadora a pegar-lhes na mão e a
olhar para a câmara emocionada e, claro, pessoas a mostrarem netinhas e a
mandarem beijinhos lá para casa. É necessário outro rasgo, apostar em sangue
novo e dar às pessoas não só aquilo que elas querem, mas também aquilo que elas
ainda não sabem mas vão querer. Tenho saudades de concursos divertidos tipo
Jogos Sem Fronteiras, 123, coisas assim. Devia haver uma melhor programação
infantil, o desporto também ele podia ser apresentado de um outro modo. Tenho
mil ideias e pretendo executar algumas delas.
M&P: Em breve
vai voltar à RTP2.
FA: O meu regresso à RTP2 é uma possibilidade mas, a
acontecer, só será em Setembro. Até lá, nunca se sabe, mas não sou rapaz para
ficar parado.
M&P: E na
rádio? Em termos gerais, como descreveria o panorama?
FA: Sou muito crítico em relação à rádio, talvez por
gostar tanto dela. A verdade é que, nos últimos anos, só a Rádio Comercial
surpreendeu no mercado. Inovou, renovou-se, apostou em coisas, usou um
marketing forte e conquistou mercado. E com todo o mérito. Tudo o resto,
parece-me muito resignado. Antes havia uma playlist para a música, agora também
existe para a língua. Como resultado, a grande maioria dos animadores são uns
robots, com pouquíssimo tempo para falar e com conteúdos pouquíssimo naturais.
E sempre a dizer o nome da estação e também o seu, que isso é que é importante
segundo os grandes gurus americanos da rádio. Passo a vida a ouvir dizer: olá o
meu nome é x, você está a ouvir a rádio y, já a seguir uma grande canção só
para si. Será que o ouvinte depois de ouvir isto vai questionar-se: esta música
é mesmo para mim? Só para mim? Oh meu Deus, sou tão especial. As pessoas não
são parvas. A rádio e a comunicação têm que vender a verdade. Há um erro que os
espaços nocturnos fazem muitas vezes. Quando têm muita gente durante um longo
período não percebem que, ainda assim, têm que mudar a decoração, pintar as
paredes, renovar o staff e os sofás. Com a rádio e a TV também deve ser assim.
Se não querem fazer nada, ao menos, mudem os jingles, os indicativos, só para
dar a ideia de que estão a fazer alguma coisa. Enervo-me quando falo sobre a
rádio e tenho consciência de que sou um privilegiado.
M&P: Porquê?
FA: Apresento um programa na mesma hora, na mesma estação
[Prova Oral, na Antena 3], há 13 anos, com uma audiência assinalável e com toda
a liberdade do mundo. Acho que tenho merecido a liberdade e a confiança que me
têm dado. No entanto, assumo que a Antena 3 podia ser também muito melhor, mas
vou querer sempre que as coisas sejam muito melhores.
M&P: Se
pudesse programar uma rádio pública para o target jovem, como a Antena 3, que
programas ou formato teria?
FA: A pergunta é demasiado complexa mas faria dela uma
estação que acompanhasse as novas tendências e que apostasse no sangue novo,
isto é, descobrir, descobrir, descobrir, divulgar, divulgar, divulgar. Tenho
também um plano para a rádio, mas também não me parece que seja aqui o melhor
meio para o expor. A Antena 3 tem uma liberdade que advém do facto de não ter
que ter publicidade. Pode arriscar, inovar, ser a melhor de todas as estações
de rádio que alguma vez existiram neste país. E eu ainda gostava de conseguir
isso. E mostrar que é possível.
M&P: Há uns
anos, o M&P escreveu uma notícia sobre dois projectos que tinha em
carteira: uma revista mensal masculina e um gratuito desportivo. Tem muitos
projectos que acabaram por ficar pelo caminho?
FA: A crise explodiu nessa altura e foi justamente aí que
os investidores publicitários começaram a retirar-se. São dois projectos que
ainda tenho em mente, mas agora já com uma fortíssima ligação ao digital. O
papel seria muito residual. Até porque os jornais gratuitos já estão numa fase
descendente. E porquê? Porque aquele tempo que as pessoas aproveitavam para os
ler, quando iam no Metro ou estavam em qualquer outro lado, aproveitam agora
para consultar o smartphone e os tablets. Os tablets e os smartphones tramaram
os jornais gratuitos.
M&P: A revista
365 deixou de ser publicada. Agora a prioridade é a edição de livros através do
selo Cego, Surdo e Mudo?
FA: Sim, enquanto houver papel. Queremos fazer a melhor e
mais invulgar editora de humor em Portugal. Vamos conseguir, até porque não
existe nenhuma do género.
M&P: A edição
de livros é um negócio lucrativo?
FA: É, se for uma grande editora e se der um tiro certo
num Dan Brown da vida. Não andamos à procura do nosso tiro certo, sem que com
isso, nos desviemos da nossa linha e da nossa linguagem. Quer isto dizer que
não está nos nossos planos editar nenhum romance, nenhum romance histórico,
nenhum livro de auto-ajuda nem outros que dizem que encontramos a nossa alma do
céu. Para todos os efeitos, o António Raminhos é o nosso Rodrigues dos Santos,
mas com passagens bem mais eróticas do que nos livros deste.
M&P: Mais do
que um comunicador, parece-se cada vez mais com um empresário da comunicação.
FA: Sou um comunicador que aposta em todas as múltiplas
formas que a comunicação nos reserva. É a partilha que me importa, seja ela de
conhecimento, de entretenimento, do que for. Gostava de ser uma pessoa
importante dentro deste meio e definitivamente não ser mais um nem fazer mais
do mesmo. Quero descobrir novas direcções, descobrir novas pessoas, fazer algo
que inove e crie movimentos e excitação em torno disso. Não há nada melhor do
que ver uma equipa inteira – seja ela numa rádio ou numa televisão ou numa revista
– a fazer algo que lhes pareça histórico. Quando Boris Vian falava da espuma
dos dias, acho que era disto que falava, da espuma das redacções, dos dias da
rádio, da tv, enfim, acho honestamente que ainda está tudo por fazer e quero
provar que, com pouquíssimo dinheiro, se consegue fazer coisas extraordinárias.
Sim, talvez o seja, definitivamente não fico à espera que o meu telefone toque
nem que outros o façam por mim, sou eu que ligo e me faço à estrada e, numa
altura em que vou fazer 40 anos, nunca senti tanta vontade de fazer coisas
novas, mesmo que elas não sejam muito lucrativas, desde que se paguem e me dêem
orgulho (a mim a todos os que vão fazendo parte delas, e isto inclui o público
que é absolutamente indispensável). Eu sou aquilo que persigo e acho que ainda
estou a meio de tudo aquilo que quero fazer. Gostava de dirigir uma rádio, uma
televisão e uma revista que marcassem toda uma geração pela criatividade, pelos
conteúdos originais, pela forma como se dirigissem às pessoas. É isso que estou
apostado em fazer. E conseguir para mim. E para todos. Acho que há toda uma
geração que tem esperança que eu o consiga o quanto antes. De preferência,
antes de começar a ficar velhinho e começar a pensar que para renovar um
programa é apenas necessário mudar os apresentadores e o cenário, que é o que
muitas das vezes se limitam a fazer.
À volta da mesa
Logo, ao fim da tarde, há conversa na GALERIA LUÍS SERPA PROJECTOS
(Rua Tenente Raul Cascais, 1B, em Lisboa)
Inquérito de Férias do jornal Metro
E desta vez falámos com Joana Metrass, actriz à conquista
de Hollywood.
Umas férias
Canadá. Porque quem é que vai ao Canadá?
Uma ideia
Não tenho boas ideias, se tivesse tinha feito uma app.
Uma asneira
O saco que tenho aqui ao lado com: reeses, butterfingers,
twizzers, strawberry candy sticks, chocolate fudge icream.
Uma paixão
Rebolar nas dunas da praia de Vila Nova e Milfontes.
Uma curiosidade
Nódoas de vinho tinto saem com vinho branco.
Uma pergunta
Foste tu que votaste no Cavaco?
Uma resposta
Só me vou lembrar 5 min depois de já ter enviado isto.
Uma lição
Na vida em qualquer situação tudo o que é preciso é:
calma, elegância no andar e estupidez natural
Uma aventura
Fazer a segunda circular pendurado no camião do lixo sem o
condutor saber.
Um segredo
Não faço a mínima ideia se o que escrevi no ponto “uma
curiosidade” resulta ou não.
Uma invenção
Alguém que possa ir fazer xixi por ti a meio da noite.
Um desabafo
Porque é que provavelmente há mais pessoas no Marquês
quando o Benfica é campeão do que quando se organizam manifestações para tentar
mudar aquilo de que as pessoas se queixam todos os dias?
Um problema
As pessoas que não vêm o machismo por detrás do homem que
diz “eu até ajudo em casa”.
Uma mudança
No mundo em geral, na tua vida, no país, na humanidade,
em qualquer coisa, que precise de ser feita ou a maior que já tenha sido feita:
o fim da posse de tudo o que seja essencial à existência ou causador de
problemas. Fim do “meu” petróleo, as “minhas” fronteiras, os “meus” recursos, a
“minha” comida.
A Associação Cultural teatromosca apresenta...
CURSO DE INTRODUÇÃO À PRÁTICA TEATRAL
19 de maio a 18 de junho
Para jovens a partir dos 16 anos e atores amadores. Ministrado por Bruna Félix (Movimento), Maria Gil (Escrita Criativa e Arte e Cidadania ), Paulo Campos dos Reis (Dramaturgia e História do Teatro) e Pedro Alves e Yolanda Santos (Técnicas de Representação Teatral)
Toda a informação aqui.
Monday, May 12, 2014
Passatempo Ultrasónico Lisbon Bar Show
Realizar-se-á no próximo dia 20, na Tapada da Ajuda, o Lisbon Bar Show, evento que estará em destaque na Prova Oral da próxima quarta-feira. Ora, como trabalho de casa para a entrevista, irei fazer amanhã, terça-feira, em Lisboa, um curso de cocktails com duração de três horas, a começar às 11h00 e, portanto, a acabar às 14h00. Ora, porque o conhecimento deve ser sempre partilhado e tenho sempre a esperança de um dia ser compensado com isto, vou levar mais duas pessoas comigo, desde que num parágrafo me provem como é essencial este curso para vocês. Rapazes e raparigas, até hoje às 22h00, puxem pela imaginação e preparem-se para estar com os copos, literalmente, amanhã às 11 da matina. Mail de serviço: alvim.passatempos@gmail.com
Conhecem a Book a Street Artist?
A Book a Street Artist é uma start-up portuguesa, de cariz social, que criou uma plataforma online para promover, gratuitamente, artistas de rua. Estes são selecionados, depois de se candidatarem a fazer parte do projeto, pelo seu talento e profissionalismo. A Book a Street Artist promove-os para eventos privados pagos, para que possam viver somente da sua arte. No portfolio, temos artistas de vários países, de 4 continentes diferentes. O objetivo da Book a Street Artist é revalorizar e reposicionar a street art mundialmente.
Sunday, May 11, 2014
Festival Alternativo da Canção 2014: um resumo em vários vídeos
Buck Rogers & Sheena, a Rainha da Selva, com «Teoria da Exposição», são os mui ilustres vencedores desta 5ª edição do Festival Alternativo da Canção, sucedendo assim, o não menos ilustre Duo Mar–a-Bilha, que ganhou no ano passado com «Disfunção Eréctil».
No júri, em extrema deliberação, tivemos Lúcia Moniz (cantora e actriz); Miguel Valverde (director do Indie); Xana Alves (radialista); Gonçalo Tocha (cineasta e músico); Ana Sousa Dias e António Costa Santos (jornalistas); Ricardo Oliveira, Teresa Miguel, Susana Travassos e Pierre Aderne (músicos).
Luís Pereira de Sousa e Cristina Cara Lindas apresentaram e Adelaide Ferreira foi a convidada especial.
Lembramos que o Festival Alternativo da Canção é uma produção da Cego, Surdo e Mudo e contou com o apoio da Guronsan®.
Voz ao senhor director do Festival Alternativo da Canção:
Os ilustres apresentadores desta 5ª edição declaram-se:
Os que teriam sido vencedores caso não tivesse ganho outro, engolem em seco:
Declaração de vitória:
Actuação dos vencedores desta edição:
O novo livro do MEC
Só para avisar que o lançamento a norte é já daqui a pouco, a partir das cinco e meia, na Casa das Artes, no Porto.
Festival Alternativo da Canção: notícias fresquinhas
E os grandes vencedores da edição de 2014 do Festival Alternativo da Canção, foram
Buck Rogers & Sheena, A Rainha da Selva
com
Teoria da Exposição
Em segundo lugar
Toni Delmar
com
Deixa-me vir
E em terceiro a
Irmandade do Santo Salmão
com
Fora do Horário
O júri decidiu ainda que a formação
Rádio Royale
com
Praias de Lisboa
só não venceu o festival por ter excesso de dignidade e qualidade para este certame.
Vão acompanhando tudo no facebook oficial do Festival Alternativo da Canção, um evento Cego, Surdo e Mudo com o apoio da Guronsan®
Vodafone BIG Apps Lisboa
Diz que é o maior concurso de city-apps do país - e está de volta, com candidaturas abertas até dia 18 de maio. Saibam tudo aqui.
Saturday, May 10, 2014
É já daqui a umas horas!
Mais concretamente às 22h00, na Academia de Recreio Artístico (que fica na Rua dos Fanqueiros nº 286): a 5ª edição do Festival Alternativo da Canção, apresentado por Luís Pereira de Sousa e Cristina Caras Lindas, com participação especial de Adelaide Ferreira. Olhem só que belo alinhamento:
1. Araponga - Chuva dourada
2. Pedra Ranhosa - Vamos beber uma macieira para comemorar
3. Irmandade do santo salmão – Fora do horário
4. Tony Del Mar - Deixa-me vir
5. Buck Rogers & Sheena, A Rainha da Selva - Teoria da exposição
6. Alfredo Marciano- Vai a bem ou vai Amália
7. Juan Santos y sus Muchachos - Homenaje
8. Quide Carcaça e Sacerdote da Desgraça- Sarilho do estrilho
9. Rádio Royale - Praias de lisboa
Os bilhetes custam 5 euros e podem ser adquiridos no local, à hora do espectáculo.
É hoje! é Hoje!
Logo à noite, a partir das 22h00, na Academia de Recreio Artístico (que fica na Rua dos Fanqueiros nº 286), realizar-se-á a 5ª edição do mui nobre e peculiar Festival Alternativo da Canção. Luís Pereira de Sousa e Cristina Caras Lindas, apresentam; Adelaide Ferreira será a convidada especial. Depois há um desfile de canções que não lembram ao menino jesus e, a rematar, uma after-party - na mesma sala - com um afamado dj surpresa que irá deitar a casa abaixo. E tudo isto pela módica quantia de 5€ (bilhetes à venda no local, na noite do evento). Há quanto tempo não têm um programa de sábado à noite como este, hum?
Friday, May 09, 2014
Classe, senhoras e cavalheiros: classe!
Amanhã, sábado, a partir das 22h00, a Academia de Recreio Artístico (que fica na Rua dos Fanqueiros nº 286) vai rebentar de tanta classe, carago. Eu, o Luís Pereira de Sousa, a Cristina Caras Lindas, a Adelaide Ferreira e muitos outros cúmplices, não estamos para brincadeiras. Venham a esta 5ª edição do Festival Alternativo da Canção e prometemos que sairão de lá com um bigode na alma, como o do barman que aparece no vídeo. Eles e elas.
Amanhã, no Bairro dos Livros, dança-se
“A menina dança?” é o mote para um baile literário, que promete juntar escritores do passado e do presente, com José Duarte como mestre de cerimónias. Máscaras e fantasias, danças de salão, concerto da Invicta Big Band, ilusionismo, música e livros e muitas surpresas! Possibilidade de make-up e aluguer de adereços no local.
Saibam tudo aqui.
Thursday, May 08, 2014
WINGS FOR LIFE WORLD RUN
Embora não tenha corrido - a ressaca dos meus 40 anos não o permitiu -, a verdade é que a primeira edição da WINGS FOR LIFE WORLD RUN foi um sucesso. E porquê? Porque foi justamente no dia a seguir a este acontecimento que vos falei. De tal modo que para o ano não será no dia a seguir, mas no próprio dia. Parabéns a todos e para ano prometo que falarei com as pernas. Eis algumas imagens do evento:
Há muito mais aqui.
Passatempo GIN TASTING - os vencedores
Havia dez convites para oferecer para o Gin Tasting 2014, dia 10 de Maio, no Pestana Palace, às dez melhores receitas de gin que nos enviassem. A nossa caixa de correio está com os copos, mas feliz. Divulgamos a lista dos dez vencedores (como tivemos muitas participações, optámos por não as hierarquizar e, assim, ganha um convite cada um dos seguintes participantes):
Carlos Duarte Durão Antunes
Rui Figueiredo
João Antão
João Carlos Lopes
Carla Romão
Joaquim Figueiro
Rute Carina Fialho Arsénio
José Maria Cortez
Cátia Neves
Carlos Santos
Só para abrir o apetite, fiquem com uma amostra das delícias sugeridas:
Diz o Carlos Antunes:
A receita que recomendaria é o Gimlet Kaikan de Tóquio. Um quarto de gin, uma colher (de sopa) e meia de sumo de lima (recém-espremido, claro) e ainda uma colher de açúcar em xarope (ou diluir uma colher de chá de açúcar em mais meia colher de sumo de lima se não tiverem isto à mão). Depois é só deitar isso no shaker, cheio de gelo, e agitar até se sentir o frio a passar para as mãos. Serve-se num copo com mais um cubo de gelo lá dentro e está feito. Sai quase sempre óptimo, nunca menos do que bom.
Passemos ao Rui Figueiredo:
1 dose de Gin (Hendriks ou bombay Saphire Blu de preferencia)
Gelo QB
meia rodela de toranja
meia rodela de laranja
meia rodela de limão.
Deitar um pouco de sumo de cada no final, juntar o gin, esfregar meia rodela de laranja nas laterais interiores do gin, e também na "borda" do copo. Juntar água tónica, de preferência de bolha grossa (Shwepps premium por exemplo). Et voilá!
Agora o João Antão:
Tanqueray Ten: Gin Tónico com Zimbro, Pimenta Rosa e Zest de Limão
Ingredientes:
5 cl de Gin Tanqueray Ten
1 água Tónica Original Blue
3 bagas de zimbro
1 zest de limão
5 pimentas rosa
gelo q.b.
Modo de Preparar:
Encha um copo de pé alto com gelo; deixe arrefecer e rejeite o excesso de água. Coloque as bagas de zimbro levemente estaladas; introduza a pimenta rosa e perfume, o interior e o bordo, do copo com o zest de limão. Derrame o gin para o copo, e finalize com a água tónica. Use uma colher em espiral para melhor incorporar a água tónica, e faça-o lentamente.
Sugestão do João Carlos Lopes:
Ingredientes (1 copo):
20ml de gin
100ml de água tónica
8 cubos de gelo frutado
Casca de limão
Casca de laranja
1 Toranja
1 estrela de anis
O gin da Carla Romão:
Este é o meu perfect serve:
5cl Gin G'Vine Floraison
Tónica Fever Tree Mediterranean
1 Uva Verde cortada em rodelas
2 Framboesas inteiras
Gelo
Cheers!
O Joaquim Figueiro:
Gin da paixão
5cl de Gin Williams Chasse
20cl Feever tree elderflower
1 pau de canela
1 estrela de anis
1 fatia fina de maça
Preparação:
Gelar o copo com bastante gelo, com o pau de canela e com a estrela de anis, escoar a água resultante do degelo, adicionar o Gin e envolver bem com a canela e com o anis, adicional uma fatia fina de maça, deixar repousar 30 segundos para retirar primeiro a estrela de anis e depois o pau de canela, adicionar a água tónica com cuidado, puxar uma colher do Gin para o cimo do copo e depois aproveitar todo este trabalho.
A Rute Carina Fialho Arsénio:
1 cálice de gin Bombay Sapphire
1 tónica Fever Tree Mediterranean
2 tiras de casca de laranja
2 tiras de casca de lima
3 bagas de cardamomo
1 flor de anis estrelado
A receita do José Maria Cortez:
[clicar para aumentar]
Festival Alternativo da Canção
No próximo sábado, dia 10, a partir das 22h00, na Academia de Recreio Artístico (Rua dos Fanqueiros nº 286), seremos todos ouvidos. Olhai o belo link de evento.
XXX EDITA Lisboa - Encontro Internacional de Editores Independentes
8, 9 e 10 de Maio de 2014
Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul
Wednesday, May 07, 2014
PASATEMPO X-MEN
Num mundo a precisar cada vez mais de heróis, temos que ter esperança em todos. No Super Homem, no Homem Aranha e também neste X-Men. No fundo, alguém que nos salve. Pois bem, enviem-nos apenas uma sugestão para salvar o mundo e em troca oferecemos um bilhete duplo para a antestreia deste filme, dia 21 de Maio, às 21h30, no Porto (Cinemas UCI Arrabida 20 Gaia) e em Lisboa (Cinemas UCI El Corte Inglés Lisboa). Tenho 10 convites duplos para cada uma das cidades. As 5 melhores sugestões vão igualmente receber um tshirt alusiva a este heróico filme. Mail de serviço: alvim.passatempos@gmail.com - e não se esqueçam de indicar na linha de assunto a qual das sessões concorrem.
«NIRVANA» - estreia amanhã, dia 8, nos cinemas
Reza a lenda: «VEGA é um gangster de 3ª divisão que acaba por ser expulso do seu gang em vez de ser promovido. VEGA vai então reunir os criminosos mais delinquentes para se vingar de BARBAS, o chefe do gang que traíu a sua confiança e fidelidade, adiantando-se a um assalto planeado pelo seu ex-chefe. Não sabendo que terá depois de sobreviver a uma horde de gangsters que estão também inter-ligados com a sede de se vingar de BARBAS e saquear o seu último assalto.»
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