Wednesday, May 14, 2008

Revista 365. Distribuição ( Parte 2)





Ainda vamos a meio na distribuição mas até ao final da semana esperamos que tudo esteja concluído. Eis os novos locais que se juntam aos já existentes e anteriormente divulgados. Continuamos a aceitar sugestões:





Lisboa
Quiosque Centro Comercial Amoreiras


Porto
Matéria prima
Gato vadio
Piolho
Jojo’s
Era uma vez no Porto
Maria vai com as outras
Fundação de Serralves

Aveiro
Mercado negro

Coimbra

Quarteto
Mau feito
Xm
p.s - Ainda faltam: Todas as lojas da Fnac, Bertrand, Almedina, Assirio & Alvim e Bulhosa. Livraria Barata e Lello.

Distribuição da 365 ( Parte 1)




Não é fácil fazer a distribuição da Revista 365 mas aqui o estafeta que agora vos escreve tem o prazer de anunciar que já chegaram exemplares em número considerável às papelarias das estações de comboio de Campanhã, Aveiro e Coimbra. A revista já chegou igualmente a livraria Tema no Colombo, ao El corte Inglês, Bulhosa das Amoreiras e Campo Grande,Livraria Arquivo de Leiria. Até ao final da semana iremos actualizar os restantes locais. Aceitamos sugestões de sítios onde vos pareça ser obrigatório estarmos presentes.

Monday, May 12, 2008

Nascido a 3 de Maio

Sunday, May 11, 2008

Obrigadinho Saramago



Existe uma palavra que mais nenhum país tem e essa palavra não é saudade. A ideia romântica que só existe saudade em Portugal não passa disso mesmo. Em todo o mundo existe saudade, só que a exemplo do que acontece com os filmes coreanos aquela rapaziada tem a mania de dizer por muitas palavras o que podiam dizer só com uma. Em Portugal não há tempo para isso e por uma questão de economia verbal instituísse desde cedo dizer tudo só com uma. E bem. Os coreanos dizem "sabes chego a casa e sinto um vazio enorme, existe demasiado espaço na cama, no sofá, no corredor, na sala em frente ao televisor, existe demasiado espaço quanto tu não estás" quando em português a coisa se simplifica com um objectivo "sinto saudades tuas, sua palerma". A língua inglesa está mais perto quando nos copia e diz " I miss you" o que vai dar ao mesmo e não anda ali a brincar na areia. Agora, experimentem lá encontrar uma expressão em inglês similar a " obrigadinho". Ah? Pois pois, não existe. E o que mais perto disto poderão encontrar será " Thank You very much!" que, com verdade, não é mesma coisa. Isto é, dava jeito haver um "inho" para as outras línguas mas o "inho" – e agora imaginem-me a falar de peito aberto no miradouro de Monsanto – O "inho" é nosso e deveria ser criada com urgência uma qualquer associação de defesa do "Inho" Português.

Sem precisar de uma enciclopédia de língua portuguesa ou outro qualquer compêndio que me explique, é fácil perceber que o "inho" provêm da palavra " Carinho"e não há nada que os portugueses sintam mais carinho do que com os filhos, com os amigos e com a comida. A Tv Cabo, por exemplo, percebeu isso antes de todos e há relativamente pouco tempo, lançou uma campanha onde celebrizou a "Teresinha" da Tv cabo. Há coisas fantásticas, não há? Pois há. E vos garanto, que a campanha não teria o mesmo efeito se em vez da "Teresinha" nos apresentassem simplesmente a "Teresa" da Tv cabo. Diferente, não é? Do mesmo modo que quando me convidam a beber uma cerveja em pleno final de tarde na Zambujeira não raras vezes torço o nariz, mudando tudo, quando simplesmente me dizem "E que tal se fossemos beber uma cervejinha?". São duas se faz favor e um pratinho de tremoços se não se importa. Daí que os melhores cafés e restaurantes são aqueles que tratam os seus clientes com carinho e que em resultado disso nos fazem perguntas como se nos tivessem a fazer cafuné na cabeça: "O senhor doutor, quer um cafezinho? Vai querer sopinha? Vai uma aguardentezinha? Quer experimentar o cabritinho com batatinhas que está uma delícia? Quer que lhe traga a continha? E, se por algum motivo, omitem a terminologia "inho" num qualquer substantivo como "docinho de mel" é certinho que compensam a sua falta com igual termo ainda na mesma frase. Tal como: O senhor doutor quer que mande vir um doce de mel – cá está, é agora é agora – para o seu filhinho? Não, deixe estar que lhe faz mal aos dentinhos.

Se bem que – e agora que penso nisto raios – o " inho" pode ser letal quando usado sem carícia. E este diminutivo que quando associado ao carinho nos engrandece basta estar torcido, para – como é da sua genética – diminuir. São os casos de "Esse senhor é um escritorzinho! Essa rapariga é uma enfermeirazinha!

Saramago em visita recente lembrou-nos isto mesmo. Que este obrigadinho é nosso e que os espanhóis nunca o compreenderão porque não o têm do mesmo modo que muita gente não compreende que uma pessoa que com um modesto salário possa ter aquela casa e dois veículos com matrícula alemã à porta. E porquê? Porque não os têm. E posto isto, se não se importam, obrigadinho.

Boa Noite Alvim. Hoje. Domingo. 23 horas na Sic Radical. Com Ana Malhoa e Paulo Cardoso.



BNA X (X é de dez, em romano)
BNA atinge, pela primeira vez nesta terceira fornada de programas, o dígito duplo. E logo o dez, que é o primeiro e tudo. Para esta edição, dois convidados, o que, ninguém se cansa de o dizer, é uma inovação que vale por si só. O primeiro é, curiosamente, uma primeira. Responde pelo nome de Ana Malhoa, embora, a julgar pelas estatísticas de um afamado motor de busca, o seu nome possa também ser qualquer coisa como “Ana Malhoa Nua”. O que, convenhamos, é também um belo apelido. Mas é mesmo isso, a Ana vai ao BNA #10, e, aproveitando a sua presença, revelar-se-á, finalmente, o top das celebridades portuguesas mais pesquisadas da Internet e, se todos se portarem bem, é bastante provável que se revele também qual o local mais inóspito a partir de onde alguém, presume-se que com frio, introduziu no Google o nome de Ana Malhoa seguido de uma expressão menos familiar ou aceite corriqueiramente em conversas de médicos. Como cereja em cima do bolo, aproveita-se para comunicar ao mundo que Ana Malhoa mostrar-se-á, em rigorosa primeira-mão e exclusivo, na sua versão gigante. Há ainda um segundo convidado, que isto do BNA é como uma avó boazinha que nos deixa comer duas mousses como sobremesa, apesar de termos deixado mais de 82% da sopa no prato. Esta segunda mousse, convidado, chama-se Paulo Cardoso e trata os signos por tu. E não é por ser mal-educado, é porque têm à-vontade a esse ponto. Fica o exemplo: uma vez, num programa de rádio, Alvim perguntou-lhe, a Paulo Cardoso, quantos signos conhecia, dos mais variados horóscopos, e o astrólogo começou a metralhar nomes de signos com uma intensidade tal que só parou quando deu o genérico do programa seguinte (deve ter sido o Linha Avançada do José Nunes). Alvim viu o caso mal parado, porque Paulo Cardoso começou com “porco”, mas depois até sorriu quando o senhor Astrologia admitiu que, de todos aqueles nomes, só tinha inventado uns vinte. Pronto, na prática, vai-se saber tudo sobre todos os signos e você vai escolher a pessoa amada com base nesta informação, na madrugada de Domingo para Segunda, logo a seguir ao programa. Teremos ainda uma nova rubrica, intitulada “Os pensamentos do Quadros”, e sobre a qual nada se sabe e, como se vê, o título nada adianta. E é isto. Mas também pode ser muito mais. É ver.

Thursday, May 08, 2008

Sábado. 10 de Maio. 23 horas. Luxuriante festa da Revista 365 e da Bíblia no Maxime em Lisboa
















É sábado mas podia ser já hoje, pois nos pouparia nos ansioliticos. É sábado,não falta assim tanto para a festa do Maxime que pela primeira vez junta duas publicações de grupos económicos diferentes e que dão pelo nome de Revista Bíblia e Revista 365.



Os directores destas extraordinárias publicações irão pois encontrar-se para uma troca de argumentos sonoros cujo embate está marcado para a cabine do Maxis.Poderá haver sangue - torcemos por isso - poderá haver luta - deus queira deus queira - mas assumidamente haverá música que é possivelmente o que melhor sabem fazer. Tiago Gomes na pele de Dj Vipes e Fernando Alvim na pele de DJ Alvã( só para parecer mais internacional).


Para além disto, é de destacar a actuação dos Cão e ainda a música, melhor dizendo, o drum'm'bass do categorizado dj nsfkt. É no Maxime em Lisboa. Sábado, 10 de Maio de Maio, a partir das 23.
P.S 1 - A entrada custa 10 euros mas com ela recebem um exemplar da revista bíblia (5euros); um exemplar da revista 365 (http://www.revista365.com/ - custa 2 euros) e ainda direito a uma bebida, um concerto e 3 djs. O preço de entrada nada tem a ver connosco.
P.S 2 - Não percam a edição do boa noite alvim no Domingo. 23 horas. Sic Radical. Os convidados são Ana Malhoa e o astrólogo Paulo Cardoso.
ps3 - Podem ir já vendo imagens da minha participação esta semana nos incorrigiveis aqui: http://videos.sapo.pt/kL5bfOYjii73eUu5Rzn1

Tuesday, May 06, 2008

Legendas com Saramago? Oi?

O novo número e o novo site da Revista 365 ( www.revista365.com)


E aqui está mais um número da 365 e nem me atrevo a perceber qual é ao certo. Sei que já terei editado mais de 20 e menos de 30 e de todos os projectos em que estou envolvido, este é aquele que eu mais gosto e menos pessoas conhecem. Se calhar é mesmo para ser assim, como se a revista tivesse medo de ser uma daquelas pessoas que quando crescem estragam tudo. Esta portentosa publicação é pois uma criança que se recusa a crescer por ter compreendido a tempo que é muito melhor estar sempre assim. E talvez seja.

Este número que eu juro que não sei qual é – pois me recuso a olhar – traz mais de 20 novas histórias e 3 inéditos de Jorge Palma, Pedro Paixão e Fernando Ribeiro dos Moonspell.

Está à venda desde hoje em locais como a fnac, assírio&alvim, bertrand, Almedina, Ler Devagar, Matéria Prima, Centésima página e todas os outros locais devidamente assinalados no site. Para quem nunca o visitou, pois que o faça agora . E se virem boas livrarias que possam ainda não estar incluídas na nossa lista de distribuição, podem sempre dar sugestões e contactos para o fazermos através de: alvim@revista365.com. Podem também enviar propostas para textos, ilustrações, fotografia para: a.gregorio@sapo.pt e carinadafonseca@gmail.com. O editor e sub-editora da revista. O director desta publicação informa toda a comunidade e também aquela senhora que vai ali, que a revista está à venda ao preço único de 2 euros e que se não a encontrarem em lado nenhum devem solicitar o envio da mesma através da simpática Rossana Garcia: rossanapatricia@revista365.com

Eis o endereço do novíssimo site: http://www.revista365.com/. Que tal?

Monday, May 05, 2008

Uma paixão proibida é como ir ao McDonald's . Sabemos que faz mal, mas não conseguimos evitá-la.


Sunday, May 04, 2008

Boa noite alvim. Domingo, 4 de Maio. 23 horas na SIC Radical

Nove vezes “B’noite, Alvim”


Se, ao sétimo dia, Deus lá descansou, Alvim encarou este nono programa como uma autêntica segunda-feira e meteu mãos à obra como já não fazia desde as férias de Verão de 1983 e depois outra vez em 1998. De tal forma que, no próximo Domingo, o programa contará com, precisamente, convidados. E três, que uma vez convidaram-se quatro e os indivíduos mais não fizeram que jogar à sueca durante o programa inteiro. Sim, é verdade, aconteceu na primeira série. Alvim aprendeu a lição.

Comecemos por apresentar o convidado masculino, que isso do “primeiro as senhoras” faz mais sentido em barcos a afundarem-se. Ele, o convidado, chama-se Carlos Manuel, não marcou o célebre golo de Estugarda em 1985, canta o fado como poucos e dança a lambada como ninguém. O nome de guerra é Camané e, segundo nos confidenciou, se tivesse que dormir com uma das velhotas do “Sarilho com Elas”, escolhia a Estelle ou a Bea (se estivesse bêbado de ginjinhas). Camané vai, no decurso desta agradável converseta, usar quase vinte e dois advérbios de modo e, se tudo correr bem, é possível que cante o “Final Countdown”.



Há mais. Duas senhoras. Uma delas, a Joana, desempenha funções na área daquilo que se designou chamar artes plásticas. Tupperwares, essencialmente. Na verdade, a Joana, Vasconcelos, é artista e daquelas a sério, que fazem arte e isso. Já fez um sapato gigante feito de tachos e panelas e o resto é surpresa. Descobrir-se-á no programa. Iremos sortear magnífica obra da Joana entre os primeiros telespectadores que só mudem de canal no intervalo para ver se estão a dar os golos na TVI. Não estará, com certeza, que aquilo só começa às quinhentas e os jogos do próximo fim-de-semana vão ficar todos 0-0.


Finalmente, teremos também Dalila Carmo, a PJ Harvey portuguesa, moça de fino trato e notória classe. Actriz, sabe dançar, cantar, amanhar carapaus, temperar salada, declamar a obra completa de Fernando Assis Pacheco (embora só de trás para a frente) e, por último mas de não somenos importância, faz o maior bluff a jogar Poker que o mundo ocidental já teve oportunidade de presenciar. Que o digam Alvim e os seus trezentos e vinte e dois contos (mais umas tralhas que ele tinha nos bolsos). Mesmo a terminar, Camané, Joana Vasconcelos e Dalila Carmo tiraram à “sorte” para ver quem tinha que dar boleia a Alvim, que se esqueceu de sua viatura e, tal como em ocasiões anteriores, arriscava-se a ter que pernoitar no cenário do seu programa..