Thursday, December 30, 2010

Candidato Vieira, Jingle da Prova Oral e Fernando Alvim na Gala dos 75 Anos da Rádio Pública




Alvim nas Tardes da Júlia

Para quem perdeu a apresentação do livro "Não atires pedras a estranhos porque pode ser o teu pai" nas Tardes da Júlia, aqui vos deixo este momento televisivo de rara beleza:






Friday, December 24, 2010

Um excelso Natal para todos!


A gerência deste blog deseja a todos os seus fieis seguidores
 um belíssimo Natal,
com deliciosas iguarias, família reunida com efusivo ânimo e
 uma troca de presentes animada e extraordinariamente compensatória.

Um excelso Natal são os votos deste que vos ama!


Thursday, December 23, 2010

Festival Termómetro. 16ª Edição. Inscrições abertas até à Noite de Natal



Relembramos hoje que as inscrições para a 16ª edição do Festival Termómetro encerram na noite de Natal, precisamente nesta bonita data. Podem e devem ainda inscrever-se, e juntar-se há mais de uma centena de projectos que já o fizeram e aos quais agradecemos por isso com a devida vénia. Ao todo serão 25 as bandas/artistas escolhidos e vocês podem estar entre eles. Basta que até à noite de amanhã nos enviem o vosso endereço de Myspace ou, caso não tenham, enviem 3 temas em mp3 para este o mail organizacao@termometro-online.com.


Hoje: Festa da Revista 365 no Plano B - Porto



Hoje, 23 de Dezembro, é dia do lançamento do novo número da Revista 365 no Porto. Festejamos um número redondinho (o #32), com uma capa claramente enquadrada na época de Natal em que nos encontramos. Esta edição da  365, feita com tanto de amor como de dedicação, encerra textos e contos de Fernando Pessoa, Miguel Esteves Cardoso, Gonçalo Cadilhe, Fernando Miguel Santos, fotografias de Zuhal Koçan, Philip Flesh e Sara W. entre outros cúmplices.

Será pois no Bar Plano B na Rua Cândido dos Reis, nº 30 (junto aos Clérigos) a partir das 23 horas. Esperamos por todos os que se queiram juntar a nós, conviver em animado espírito natalício, beber um ou outro digestivo, folhear (e claro está, levar para casa) a nova Revista 365.




Também podem em qualquer momento visitar o site da Revista 365 e descarregar gratuitamente o pdf deste e de outros números igualmente imperdíveis, AQUI.


Wednesday, December 22, 2010

A Análise Sociológica do António Barreto dos Pequeninos no Sociedade Civil da RTP2

Entrevista e Produção de Natal para a TV 7 Dias


















Qual a importância que o Natal tem para ti?

É muito importante. Se não houvesse Natal, não podíamos ver o “Sozinho em Casa”. Nem o os votos de natal do Eládio Clímaco que são sempre os melhores.

Natal rima com o quê?

Com pardal. Com Nadal. Com Tarrafal. Com pedal. Com Seixal. Com jornal. Batatal, olival, chavascal, experimental, tribunal, matricial, pedestal… Já perceberam que tenho aqui o dicionário de rimas ou querem que continue?

Costumas festejar esta quadra em família, ou não tens tempo para ela?

Só não janto em família nesse dia. Em todos os outros, janto com todos. Vêm primos, tias, netos e primas, come-se bacalhau e peru assado de segunda a sexta e também ao sábado e ao domingo, mas chegando ao Natal, não sei porquê, metemo-nos cada um numa despensa e comemos às escuras. É muito estranho, mas olhem, é o que acontece.

A ventania quase estragou o espírito natalício, ou ajudou?

Sim, imaginem agora o que terá feito a todas as pessoas que usam capachinho. Deve ser horrível ir pela rua a chegar quase à noite da ceia e perceber de repente que somos muito parecidos capilarmente com o Gandhi.

Tens Zeus no capacete e Jesus no coração?

Não, tenho Jesus no capacete e Zeus no coração. Gosto de fazer mudanças.

O Pai Natal é também um “empata” namorados ou estaria com inveja?

Não, pelo contrário. O pai natal, tradicionalmente até desempata. Em tempos de crise, são muitas as pessoas que acabam os seus relacionamentos antes de uma data tão despesista como esta. E eu acho perfeitamente compreensível. Para acabar relações nada melhor do que o natal, aniversários de casamento ou o próprio aniversário. É caríssima uma coisa destas. Sou a fazer que se acabe com essa coisa de fazer anos. E já agora com o natal, enquanto não se resolver esta coisa do F.M.I.

Já encontraste a Mãe Natal dos teus sonhos?

Já, mas foi precisamente nos meus sonhos. E é isto que está a ser complicadíssimo. Trazê-la para o mundo real e olhem que tenho tentado. Acordo à meia-noite, tento agarrar o sonho, finjo que estou a dormir para fingir que estou a sonhar e tentar apanhá-la. Ouçam, não é nada fácil.

Vais oferecer um par de peúgas a alguém?

Vou, a todos os que encontrar descalços.

Qual a melhor prenda que te podiam meter no sapatinho?

Se é que cabe... a Charlize Theron. Eu acho que cabe, e podem enviá-la pelo correio de tudo. Apressem-se porque não sei se os CTT duram muito mais depois de serem privatizados.

O que não pode faltar na mesa da consoada? És mais bacalhau com todos ou bitoque com batata frita? Ou vais jantar ao japonês?

Durante a noite da consoada, acho que já vos disse que estou numa despensa sem luz. eu e todos. Agora se for nos outros dias, pois não pode faltar ninguém, primos, tias, pais, irmãs, as minhas 2 amantes, enfim, toda a gente.

Quais são os teus desejos para 2011?

Que não caia os dentes a ninguém, nem ao Manoel de Oliveira que já não deve ter muitos.

Para terminar, queres deixar um recado aos teus admiradores?

Sim, que o meu sonho é também encher o Pavilhão Atlântico mas penso que ainda não é a hora. Antes disso tenho de esgotar o Olympia e o Coliseu dos Recreios, mas que um dia estaremos juntos e seremos felizes.


Dezembro de 2010.
Produção de Natal para a TV 7 Dias.
Entrevista: Mafalda Dantas.
Fotos: Nuno Gervásio.


Judas!




Faltam 10 dias para este ano acabar e eu tenho pena. Um ano que acaba é sempre alguma coisa que desaparece e eu lamento que me desapareçam os anos por mais que me digam o contrário. Um ano quando chega ao final, morreu. É esta a verdade ponto. Faz-se a extrema unção, chora-se quando este já estrabucha e agita as pernitas em agonia, mas não há muito mais a fazer.

Quando um ano parte é como se alguém que nos é chegado fosse viver para a nova Zelândia. E na despedida, por mais que digamos que tudo se manterá igual não vai ser igual, que falaremos tanto ou mais vezes não vamos falar, que a distância não será de todo um factor de inibição mas vai ser sim, que pelo contrário, a distância e as saudades que já ali sentimos um do outro,se encarregarão de nos manter juntos não vão manter nada juntos. E sendo assim, é o que se sabe, os dias encarregam-se de fazer o resto e há medida que aumentam, parecem distanciar-se propositadamente dos anteriores, como se não os conhecessem. Os dias novos são assim, cheios de John Travolta e brilhantina, dançando em cima do balcão, esticando o dedo ao alto, sem que em nenhum momento, se tenho lembrado do seu antecessor, do velho ano, de pé no autocarro. É este o problema, o autocarro ir cheio de dias novos em algazarra enquanto os velhos, sossegados e quietos, já nem sequer dizem em tom ácido “esta juventude!”.

A culpa nem sequer é do ano novo. É nossa. Nós é que somos os dias novos, nós é que somos o ano novo, nós é que somos os primeiros a não darmos o lugar ao ano velho e aos dias velhos, quando estes estão em pé, ao nosso lado, no autocarro, tratando o ano que passou como roupa velha, como restos de comida de ontem em tupperwares no frigorífico.

As pessoas pensam que se lembram mas ninguém se lembra dos anos. De vez em quando acredito possa haver um ao outro, normalmente porque o associamos a uma tragédia ou a um acontecimento que de algum modo possa ter marcado a nossa vida, mas todos os outros - que serão obviamente em maior número -nunca serão recordados. Eu choro por cada ano que passa e gostava que não acabassem nunca. Por mim ficava muito bem neste para sempre mesmo que as outras pessoas quisessem seguir com outros. Sem um travo de culpa, sem o mínimo de ressentimento. Judas!


Tuesday, December 21, 2010

Hoje no Bar Bicaense: Festa da Revista 365 e ShortCutz Lisboa


Hoje, 21 de Dezembro, é o dia do lançamento do novo número da Revista 365. É um número redondinho (o #32), com uma capa claramente enquadrada na época natalícia e festiva em que nos encontramos. Esta 365 que foi feita com tanto de amor como de dedicação encerra textos e contos de Fernando Pessoa, Miguel Esteves Cardoso, Gonçalo Cadilhe, Fernando Miguel Santos, fotografias de Zuhal Koçan, Philip Flesh e Sara W. entre outros cúmplices.

A grande festa de lançamento será pois no Bar Bicaense juntando-se assim, aos ShortCutz Lisboa que decorre todas as terças-feiras pelas 22h no já referido e incontornável bar do Bairro da Bica.

Para quem não sabe o ShortCutz é um movimento internacional de curtas-metragens. Em cada sessão participam duas curtas a concurso e uma curta convidada. Semanalmente conta também com a presença dos mais diversos e distintos convidados ligados ao cinema e às artes visuais.

Apontem na agenda que têm só para acontecimentos de gabarito e venham daí ver boas curtas-metragens, beber um ou outro digestivo, conviver, folhear (e claro está, levar para casa) a nova Revista 365.


Produção para a TV 7 Dias: O Natal É Quando o Homem Quiser

A TV 7 Dias queria uma produção de Natal diferente e sui generis. Além do mais, cometeram a ousadia de nos dar liberdade para pensar no conceito e fotografar. Escolhemos a Costa da Caparica. Pois bem, a entrevista e o resultado de uma sessão à qual demos o nome de código de "O Natal é Onde o Homem Quiser" está já nas bancas!





Costa da Caparica.
Produção para a TV 7 Dias.
Fotos: Nuno Gervásio


Monday, December 20, 2010

Amanhã, 15 horas: Cidadão Alvim lança E-BOOK em directo da Jacuzzi!




A Mediabooks e o cidadão que vos escreve têm a honra de vos convidar para a sessão de lançamento do livro “Não atires pedras a estranhos porque pode ser o teu pai” em formato ebook.

Será uma experiência tão espectacular quanto inovadora que irá decorrer amanhã, 21 de Dezembro, pelas 15h, em directo do Holmes Place das Amoreiras. Para assistirem a este evento (leia-se: esta pequena-grande maravilha tecnológica), basta acederam à Página do Facebook da Leya/Mediabooks (na caixa “Livestream”), AQUI.

Acrescentar apenas que o livestream deste lançamento ebookiano será feito a partir da jacuzzi, local que, já se sabe, é tantas vezes palco dos momentos mais aprazíveis que se podem ter na vida...



Façam parte deste acontecimento, não deixem de estar ligados a esta histórica transmissão online!


Amanhã no Bar Bicaense: Grande festa da Revista 365 e ShortCutz Lisboa


Amanhã, 21 de Dezembro, é o dia do lançamento do novo número da Revista 365. É um número redondinho (o #32), com uma capa claramente enquadrada na época natalícia e festiva em que nos encontramos. Esta 365 que foi feita com tanto de amor como de dedicação encerra textos e contos de Fernando Pessoa, Miguel Esteves Cardoso, Gonçalo Cadilhe, Fernando Miguel Santos, fotografias de Zuhal Koçan, Philip Flesh e Sara W. entre outros cúmplices.

A grande festa de lançamento será pois no Bar Bicaense juntando-se assim, aos ShortCutz Lisboa que decorre todas as terças-feiras pelas 22h no já referido e incontornável bar do Bairro da Bica.

Para quem não sabe o ShortCutz é um movimento internacional de curtas-metragens. Em cada sessão participam duas curtas a concurso e uma curta convidada. Semanalmente conta também com a presença dos mais diversos e distintos convidados ligados ao cinema e às artes visuais.

Apontem na agenda que têm só para acontecimentos de gabarito e venham daí ver boas curtas-metragens, beber um ou outro digestivo, conviver, folhear (e claro está, levar para casa) a nova Revista 365.


Sunday, December 19, 2010

Entrevista ao JN


Entrevista ao Jornal de Notícias a propósito do novo livro "Não atires pedras a estranhos porque pode ser o teu pai" e da nova editora Cego, Surdo e Mudo, criada para este e outros projectos literários. Podem ainda ver alguns momentos da entrevista em vídeo, AQUI.

Na “Inútil introdução” deste livro, diz que as editoras lhe sugeriram escrever um romance, mas insistiu nas crónicas. Viu-se obrigado a criar a sua própria editora, a “Cego Surdo e Mudo”, para conseguir editar o livro?

Obviamente que não, mas achei que deveria começar a construir o meu império de comunicação agora de forma a dar luta à Cofina, à Lusomundo, à Impresa. São grupos que tremem quando ouvem o meu nome e a notícia da criação deste minha nova editora, veio criar fissuras nunca antes ocorridas nas mais altas patentes administrativas. Sei, de fonte segura, que Pais do Amaral, sabendo da notícia, se refugiou para meditação no Kilimanjaro. E o caso não é para menos, em breve irei começar a comprar os mais tenrinhos. A Cego Surdo e Mudo é a editora que faltava a este país e um outro que não sei agora precisar o nome. Fora isto, não tenho tempo para escrever romances. E também começo a acreditar que existam poucas pessoas com tempo para os ler.

Como é estar dos dois lados: escritor e editor?

É muito difícil, é como estar do lado do Bloco de Esquerda e de repente com as Carmelitas Descalças a rezarem pelo Passos Coelho. De qualquer modo, eu não sou escritor, sou alguém que escreve livros, o que não é a mesma coisa. Enquanto editor, a minha ideia é revelar livros que em nenhuma outra editora pudessem ser publicados. Quero arrojo e audácia, as letras dos cânticos do Coro de Santo Amaro de Oeiras dificilmente aqui serão publicados.

De onde surgiu o título “Não atires pedras a estranhos porque pode ser o teu pai”?

Da leitura de um livro onde estava incluída esta frase, não exactamente assim mas muito parecida. Era uma frase que estava perdida num texto sem que aparentemente alguém lhe desse valor e eu dei-lhe a mão, como acontece muitas vezes com as pessoas. As frases também precisam que lhes dêem a mão, as palavras também, as pessoas é que não sabem, mas as letras, os caracteres se quiserem também têm sentimentos, caramba!

Neste livro estão reunidos dois anos de crónicas. Houve alguma selecção? Qual foi o critério de escolha?

Sim, tive duas selecções, a portuguesa e a italiana, mas optei pela nossa já na era Paulo Bento. Sou amigo do mister, devia-lhe isso. Quanto ao critério, é o meu, não sei se isso é bom ou mau, mas não tenho outro. Escolhi aqueles que me pareciam melhores, um dia – nunca se sabe – editarei tudo aqui que excluí durante este tempo. Esse livro irá chamar-se justamente: Lixo.

Como humorista e cronista, vê em Portugal um país rico em matéria-prima?

Obviamente que sim. Portugal é um óptimo país para morar e comer sardinha assada e tem pessoas que não sabem dizer a palavra salsicha, dizendo “xóxicha”. A juntar a isto, há todo um país de risca ao meio para descobrir. Bem sei que em termos capilares não estou muito à vontade para falar, mas Portugal precisa rapidamente de ser despenteado. É isso que eu tenho vinda a promover desde que nasci, numa espécie de movimento de evangelização. O pente para mim é como uma cruz apontada à testa da vampiragem.

Numa entrevista que deu recentemente, disse que queria ser conhecido como “o António Barreto dos pequeninos”, uma “versão low cost”. Porquê o António Barreto e não outro cronista?

Sim, podia ter escolhido o Boaventura Sousa Santos, mas gosto muito mais do António Barreto, até porque é do Douro, local onde tenho profundíssimas ligações umbilicais, sentimentais, parentais e também casuais. De resto, eu também tenho a pretensão de um dia dirigir uma fundação mas com outros objectivos. Será a primeira vez que irei criar uma fundação não para ajudar os outros, mas precisamente para que me ajudem a mim.

Este é o primeiro livro de uma trilogia. O que é que o leitor pode esperar dos dois próximos volumes?

Obviamente que apareça o senhor dos anéis a dada altura. Ou outra coisa qualquer. O próximo é meu lado mais sensível, o mais lado mais cantor romântico, a minha costela Julio Iglesias. O livro “No dia em que fugimos tu não estavas em casa” é um livro de amor e não de humor. Irrita-me bastante quando o vejo na secção de humor de uma qualquer livraria, porque ele não é disso. O outro, “Não és tu, sou eu” para além de contar com as ilustrações do Manuel Cruz que fez a capa e o prefácio de Manuel João Vieira, fala sobre esta temática – o amor – mas agora sim, de forma deliberadamente humorística.

Este livro está a ser editado por altura do Natal, o próximo sairá no Dia dos Namorados e o último no Verão. Já está a aplicar conhecimentos de marketing editorial?

Evidentemente. Um para o Natal, outro para o Dia dos Namorados e o último para o Verão. É curioso, mas a minha ideia é mesmo que as pessoas possam ler o que escrevo. Se calhar pode parecer pretensioso, mas quando escrevo esse é o meu grande objectivo: ser lido. Não gosto de escrever para mim, do mesmo modo que não gosto de dançar sozinho. Ao editar o livro, se ao editar o livro, o fizer em alturas em que sei que as pessoas estarão mais predispostas a lê-lo, acho que terei sido inteligente com isso. Nestas coisas tenho a mesma opinião da Cicciolina: Quanto mais melhor.

Já existem outros projectos para serem publicados pela “Cego Surdo e Mudo”?

Sim, para além destes outros dois livros, editaremos finalmente em 2011, o “Grande Livro dos Prefácios”, uma ideia original minha, coordenada pela Ana Sousa Dias que contará com grandes nomes entre as suas participações. Basicamente é um livro que faz uma homenagem justa ao prefácio, de tal modo, que cada um escreve um prefácio, para um livro, que – não sei bem como dizer isto – que não chega nunca a começar, se é que me faço entender. Para além disso, temos já alguns autores interessados em publicarem por nós o que muito nos contenta. Se quem tiver a ler isto, tiver uma boa ideia pode sempre contactar-nos por aqui: cegosurdoemudo.pm@gmail.com. Se forem raparigas, podem anexar fotografias vossas na praia. No Verão, na Praia de Moledo ou coisa assim.


Alvinex: Este Domingo com Armando Teixeira e o Chef Armindo Alves


Este domingo a não esquecer pelas 10 horas da manhã, mais uma emissão do Alvinex.

Esta semana estará connosco o músico e compositor Armando Teixeira, mentor do projecto Balla. “Equilibrio” é o novíssimo álbum da banda com letras da autoria de escritores portugueses, nomeadamente José Luís Peixoto, Miguel Esteves Cardoso e Pedro Mexia, que se estreia na escrita de canções com o tema «Lixo».




Como o Natal é também uma época dedicada à doçaria e à cozinha com tudo aquilo que tem de melhor recebemos também o chef Armindo Alves dos Cursos de Culinária Vaqueiro/Knorr. Vamos pedir algumas sugestões de pratos para quem quiser começar já pôr as mãos na massa para a consoada.

Não percam o Alvinex, pode ser ouvido com um olho aberto e o outro meio fechado, este domingo, às 10 horas da manhã na Antena 3 em podcast ou em directo AQUI.

Friday, December 17, 2010

Olhem só quem é que chegou à minha varanda da Costa!














Fim-de-Ano 2011 - A Grande Farsa



É já esta segunda feira que iremos gravar a passagem de fim-de-ano na antena subordinado ao tema "Fim-de-ano 2011- a grande farsa" da Antena 3, que posteriormente será emitido entre as 22h e a 01h da manhã desse fatídico dia.

É a grande farsa porque obviamente ninguém no seu perfeito juízo estará fisicamente a essa hora num estúdio de rádio e muito menos sóbrio - embora já muito vezes o tenha feito, não sóbrio - mas porque todos os participantes irão fingir que estão a comemorar o fim-de-ano numa qualquer localidade. E é isso que se pretende, que se juntem a nós, de preferência em ambiente festivo e que nos digam o que está a acontecer, onde estão, como está a ser, os desejos para 2011, o que vos aconteceu de especial em 2010 e, no caso de terem algum talento escondido que vos apeteça revelar, saibam que logo ali, ao telefone, o podem fazer:

Podem ler um poema, tocar um instrumento qualquer, contar uma boa piada, uma boa história, uma receita culinária, enfim, o que quiserem. O que importa mesmo - e isso não podem nunca esquer - é fingirem que estão na noite de passagem de ano e que obviamente a loucura está instalada. juntem-se a outras pessoas, finjam estar embriagados, mostram o que até então ninguém imaginaria que seriam capazes. Pois bem, para o fazerem basta que nos enviem um email para: provaoral@rtp.pt e deixem o vosso nome e contacto. Na segunda feira, entre as 13h e as 16h, iremos ligar a todos. As melhores participações serão contempladas com um exemplar de "Não atires pedras a estranhos porque pode ser o teu pai", o novo livro aqui do cidadão que agora vos escreve. Até lá.


O Épico Jingle de Natal da Prova Oral

Aqui vos deixo o épico jingle de Natal deste ano da Prova Oral, como habitualmente composto pelo mestre das letras e das canções, Gimba. Com um agradecimento especial à magnífica interpretação do tenor Mário Alves e da soprano Ana Franco.




Jingle Prova Oral - Natal 2010

Este Sábado: Última Apresentação do Novo Livro - Bertrand Forum Almada



É já amanhã, sábado, que irá decorrer  a última apresentação pública da obra de elevada valor literário "Não atires pedras a estranhos porque pode ser o teu pai". Como tem acontecido em todas as apresentações anteriores contaremos com a inestimável presença virtual de Manuel João Vieira.


Sábado, 18 de Dezembro às 17 horas: Apresentação do livro “Não atires pedras a estranhos porque pode ser o teu pai” de Fernando Alvim - Bertrand Forum Almada – Almada.

A grande novidade é que em Almada, pode ser um de vocês a estar comigo neste evento bastando para isso que nos enviem por escrito, para maildoalvim@gmail.com, uma boa apresentação do autor deste livro. A melhor ganha direito a apresentá-lo de facto e a uma exemplar devidamente autografado pelo mesmo.


Thursday, December 16, 2010

Entrevista ao Jornal da Região




Aqui vos deixo a entrevista ao Jornal da Região de Sintra (e não só) sobre o livro "Não atires pedras a estranhos porque pode ser o teu pai" - e não só. Também podem descarregar os pdf's das diferentes regiões AQUI.

“Não atires pedras a estranhos porque pode ser o teu pai” é um livro de crónicas. O que o leitor pode esperar desta obra de 164 páginas?

Para começar 164 páginas, devidamente preenchidas com caracteres e com uma análise sociológica superior à de Boaventura Sousa Santos. Ou do António Barreto. Ou da fundação Manuel dos Santos. Este livro é muito sobre o Portugal que temos, mas sobretudo que não temos. É um livro que qualquer emigrante deveria levar para França depois do natal.

Entre as várias actividades que o Fernando Alvim desempenha, na rádio, na televisão, na escrita, o que lhe dá mais prazer e porquê?

Com sinceridade, a actividade sexual continua a desempenhar uma função que me parece superior a qualquer uma das que me foram indicadas. Ainda assim, parece-me óbvio que todas elas se complementam. Na rádio - porque faço há muitos mais anos - sinto-me mais confortável, mas andar à chuva nunca me afligiu. A rádio pode ser a ser a mulher dos meus filhos, a televisão e a imprensa é amante com o vestido curto.

Como é que consegue fazer tanta coisa ao mesmo tempo? Sobra-lhe algum tempo para si?

Faço muita coisa ao mesmo tempo, precisamente para conseguir fazer cada uma delas. Só assim não me canso, não me aborreço. Desde novato que leio 5 livros ao mesmo tempo, para variar. Sou - se assim quiserem - um poligâmico literário. Quanto ao tempo, é uma questão de gestão. E eu faço listas. Tenho listas para tudo, do que tenho que fazer, do que me falta, das tarefas prioritários, do mais acessório. A minha vida é uma lista gigante, e entre as tarefas mais importantes, a primeiras delas, é precisamente ter uma vida. Algo que persigo sempre.

Acredita que a sua maneira informal e descontraída de apresentar, e de conversar, é umas das fórmulas para o seu sucesso mediático?

Sim, mas o facto de ser muito parecido com o George Clooney também. Fora isso, consegui ser eu na rádio, na televisão, na imprensa. Não há outro eu para além deste. Não que eu goste ou desgoste, a verdade, é que é o que há. E mais não posso fazer. E por acaso até gostava. De resto, não há fórmulas, nem frases feitas, nem sorrisinhos Pepsodent. Essa geração de comunicadores está a acabar. Agora serão os mais genuínos, espontâneos e verdadeiros que irão assumir tudo isto. É o fim do teleponto, tal qual o conhecemos. E com ele, o fim de algumas figuras emblemáticas.

Quem é que nunca entrevistou e gostaria de entrevistar e porquê?

O Fernando Pessoa, o João César Monteiro, o Mário Cesariny, o Luiz Pacheco, o Hermínio Monteiro, o Alexandre O’Neill - estes porque admirava e infelizmente morreram. A Charlize Theron, a Gisele Bünchen, a Penelope Cruz, porque admiro e estão vivas, mas infelizmente fazem de conta que eu estou morto.

Quem é o verdadeiro Fernando Alvim e, já agora, o que se vê a fazer daqui a 20 anos?

O verdadeiro Fernando Alvim não sei, mas Fernando Alvim, o cidadão, este que agora está a escrever à Jardel, é isto. Já disse que não há mais do um. E digo isto com infelicidade, pois não imaginam o jeito que me davam. Aliás, se bem se recordam o próprio Saddam Hussein tinha vários saddam husseins, mas na altura da sua execução, só um ajeitou a corda. Pois bem, daqui a 20 anos, espero ser o novo Berlusconi, dispensando obviamente as funções governamentais.


Hoje: Mais Apresentações do Novo Livro - Coimbra e Porto



Hoje vão acontecer três das últimas apresentações públicas da obra de elevada valor literário "Não atires pedras a estranhos porque pode ser o teu pai". Além dos convidados que se seguem, em todas elas contaremos com a inestimável presença virtual de Manuel João Vieira.


Hoje, 16 de Dezembro pelas 17 horas: Apresentação do livro “Não atires pedras a estranhos porque pode ser o teu pai” de Fernando Alvim - Bertrand Dolce Vita – Coimbra.

Hoje, 16 de Dezembro às 19 horas: -Apresentação do livro “Não atires pedras a estranhos porque pode ser o teu pai” de Fernando Alvim - Santa Cruz Café – Coimbra.

Em Coimbra, os apresentadores serão João Moreira e Pedro Santo, co-autores do “Bruno Aleixo”.


Hoje, 16 de Dezembro às 22 horas: Apresentação do livro "Não atires pedras a estranhos porque pode ser o teu pai" de Fernando Alvim - FNAC NorteShopping – Matosinhos.

No Porto, o convidado especial será Isaque que irá dizer bonitos poemas.


Sábado, 18 de Dezembro às 17 horas: Apresentação do livro “Não atires pedras a estranhos porque pode ser o teu pai” de Fernando Alvim - Bertrand Forum Almada – Almada.

Em Almada, pode ser um de vocês, bastando para isso que nos enviem por escrito, para maildoalvim@gmail.com, uma boa apresentação do autor deste livro. A melhor ganha direito a apresentá-lo de facto e a uma exemplar devidamente autografado pelo mesmo.


Wednesday, December 15, 2010

Tudo o que tem sucesso não vale nada



Tudo o que tem sucesso não vale nada. Bom era quando ninguém os conhecia, quando éramos só nós que os sabíamos como se isso fosse um segredo que a poucos revelávamos. Não é à toa que as crianças têm mais graça e à medida que crescem a vão a perdendo. O sucesso é um adulto grande. O percurso que trilhamos para o atingir é uma criança pequena.

Vejam bem o exemplo do alpinista João Garcia e reparem só: o que as pessoas dão mesmo valor, é o percurso que este fez, as privações que passou, o tempo que terá demorado a pensar no que ali estava a fazer, sem fazer a barba, sem ver a Praça da Alegria, sem os telejornais do Mário Crespo, até chegar ao topo do Kilimanjaro ou do Everest ou da serra do Marão ou ao sótão lá de casa, aquele bocadinho, vamos cá ver, aquele bocadinho, ninguém lhe dá muita importância.

E esse é o problema do sucesso, não ser o caminho mas o fim. Daí que a fórmula do sucesso seja estar sempre a caminho, como se não tivesse acontecido. Mesmo que o saibamos, continuar a andar como se nada fosse. Como se nos tivesse saído o Euromilhões, e continuássemos no outro dia a vender jornais no quiosque. Aliás o sucesso está cheio de outros problemas arreliadores e um deles, é uma coisa muito chata: a inveja. Nada como o sucesso é tão gerador de inveja. Nem uma barragem produzirá tanta electricidade quando comparado a isto. Vamos cá ver, ninguém tem inveja de um pobre coitado que nunca conseguiu nada. Mas de alguém com sucesso, Deus nos livre. As críticas sucedem-se tal e qual como acontece com os ricos. Sejamos claros, alguém de sucesso é uma pessoa rica. Alguém que atingiu o sucesso de forma muito rápida é um novo-rico, que é ainda pior. Porquê? Porque sabemos o que pensam as pessoas dos ricos e dos novos-ricos: que enriqueceram de forma ilegal. Do mesmo modo que assim pensam para quem atingiu o sucesso: que não trabalhou nada para o atingir, que perdeu o interesse e que deixou de se esforçar depois de o ter, que na verdade tudo terá acontecido por acaso, por mera sorte.

Há pessoas que nunca atingiram o sucesso com medo disto: de passarem a não valer nada. E assim, fazem discos só para os amigos, livros só para meia dúzia de intelectuais, filmes para duas ou três cadeiras. Porque há um sucesso que é admissível – é verdade isto - o que não enche as salas nem incomoda, o que não provoca inveja porque também não faz grande mossa, o que é um sucesso só para aqueles e não para todos, resumindo isto que já se faz tarde: o que não incomoda. Pois quando isso acontece, quando o sucesso é tão grande que todos o conhecem e aplaudem, então não tenho dúvidas, o sucesso não vale nada.


Portugal dos Pequeninos com Nuno Markl, Fernando Alvim e o Gonçalo de 12 Anos



Portugal dos Pequeninos é o programa da Antena 1 onde, está bom de ver, os miúdos são os protagonistas. É da autoria da Sónia Morais Santos e a ideia - nada menos que maravilhosa - é "dar voz às crianças de Portugal. Afinal, o futuro do país está nas mãos deles." Já podem ouvir a emissão onde o próprio do Fernando Alvim e Nuno Markl são entrevistados pelo Gonçalo de 12 anos.

É AQUI.


Tuesday, December 14, 2010

Hoje, 21 Horas: Apresentação do Novo Livro na Fnac do Chiado



Quem perdeu o lançamento do livro "Não atires pedras a estranhos porque pode ser o teu pai" no Hospital Júlio de Matos, tem hoje nova possibilidade para assistir à memorável apresentação de Manuel João Vieira. Teremos de novo o Candidato Vieira connosco, desta feita qual holograma.

É na Fnac do Chiado em Lisboa, às 21 horas. Vemo-nos lá.


Monday, December 13, 2010

Entrevista do Bom e do Belo



Se perderam a entrevista à Antena 1, conduzida de forma exemplar e com altíssimo gabarito pelo jornalista Daniel Belo, a propósito do meu novo livro, "Não atires pedras a estranhos porque pode ser o teu pai", podem agora ouví-la AQUI.