Friday, June 17, 2011

Workshop de Exposições: O Papel do Curador, por Cláudia Camacho


O objectivo desta acção de formação é enquadrar no contexto da gestão de projectos culturais e das exposições de arte contemporânea, em particular, a função do curador.

Lisboa, 18 e 19 de Junho de 2011.

ORGANIZAÇÃO

AntiFrame – Independent Curating Project
HORÁRIO: 10h – 13h / 14h – 19h
LOCAL: Av. António Augusto Aguiar, n.º 56, 4.º Dto
1050-017 Lisboa

OBJECTIVOS
O objectivo desta acção de formação é enquadrar no contexto da gestão de projectos culturais e das exposições de arte contemporânea, em particular, a função do curador.

CONTEÚDOS
A exposição constitui o meio através do qual a arte contemporânea adquire visibilidade, ao ponto de ser hoje um elemento fundamental da nossa cultura visual. Daí que seja crescente, nos últimos anos, o interesse pelos modos de conceber e organizar exposições. Assim, neste curso discutem-se os mais recentes desenvolvimentos do discurso crítico respeitante à prática curatorial, analisando-se ainda as metodologias subjacentes à implementação de projectos.

METODOLOGIA
Sessões teóricas intercaladas com outras de tipo prático.

PÚBLICO-ALVO
Estudante de artes, cultura e comunicação, artistas, produtores, agentes culturais, etc.

PREÇO: 130 Euros


2 comments:

  1. https://www.facebook.com/pages/workshopspt/132272526849536

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  2. Começa a haver um culto à volta da Cláudia Camacho que se ao início me parecia um pouco disparatado depois de a conhecer pessoalmente veio dissipar todas as minhas dúvidas. Não falo na sua beleza nem na sua sensualidade despreocupadas porque estas já lhe são inerentes mas sim naquilo que ela traduz e que chamo de a special kind of feeling. Não é só a inteligência e o entusiasmo dela que cativam mas também a forma como ela vê as coisas, algumas vezes tão out daquilo que temos pré-programado Uma mulher assim, e tão simples no trato ao mesmo tempo, só pode mesmo estar em vias de extinção. Numa entrevista perguntaram-lhe qual a viagem que mais a marcou e ela respondeu qualquer coisa como isto “aquela que fiz à Macedónia sem nunca lá ter estado”. Talvez aqui esteja a explicação para os suspiros que a sua passagem, que nos parece sempre curta, deixa. Se a poesia tivesse pés teria também um nome.
    Não assino porque este meio é tão pequeno que tenho a certeza que nos vamos voltar a encontrar e seria intimidante.

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