Friday, October 10, 2014

Passeios no Tejo


Os “Passeios no Tejo” realizar-se-ão dia 11 de Outubro entre as 10h00 e as 12h00 e dia 18 de Outubro entre as 14h30 e as 16h30.

A partida dos passeios é na Marina do Parque das Nações, com viagem até Belém e regresso à Doca da Marinha (Praça do Comércio). 

Os passeios são gratuitos, limitados a 40 participantes por passeio, e estão sujeitos a marcação prévia para o email: maresias.expo.lisboa@gmail.com

Saturday, October 04, 2014

Jorge Picoto, vencedor da Maratona de Graça, no Inquérito do Jornal Metro



Umas férias:
Ter amnésia e passar 15 dias em Lisboa como se não conhecesse a cidade, para depois perceber melhor a sorte que tenho em morar cá...

Uma ideia:
Repensar a situação de ter que começar a trabalhar de manhã. Os dias tinham 36 horas e nós começávamos a trabalhar lá para as 11 ou meio dia, vá. Não só não acordávamos cedo como hoje eu só teria 26 anos...

Uma asneira:
Estar bêbedo junto a uma largada de touros. Ou perto de uma piscina. Ou prestes a conduzir. Ou num local onde pode haver porrada. Ou perto de mulheres que não conhecemos. Ou pior, perto de mulheres que conhecemos. Uma asneira pior, acreditar em religiões, sóbrio.

Uma paixão:
Todos os momentos que passo com os meus amigos, com que cresci até hoje. Esqueço-me em dois minutos da idade que tenho e parece que isto dura para sempre.

Uma curiosidade:
Para verificar se os ovos estão todos inteiros, no supermercado, primeiro abre-se a caixa normalmente e vê-se. Depois vira-se de cabeça para baixo e abre-se por baixo. Assim não tem que se ver um a um...

Uma pergunta:
Como é que nunca um político dos nossos governos foi preso?
Aqui vai.
Abraço :)

Uma resposta:
Nada acaba bem, senão não acabava. 'Tom Cruise, Cocktail' (vá lá perceber-se porquê, neste filme...)

Uma resposta:
No mundo da comédia não há 'mau público'. Há maus espetáculos...

Uma aventura:
Subir para um palco, frente a 200 desconhecidos, e fazê-los rir. Isso ou tentar apanhar um táxi na noite dos Santos Populares.

Um segredo:
Há uma forte possibilidade de Deus não existir e de a igreja ser o maior embuste da História da Humanidade... isto fica aqui, ok?!

Uma invenção:
Um aparelho que apague a memória da noite anterior às pessoas que estavam connosco durante uma bebedeira nossa...

Um desabafo:
Não há nada impossível nesta vida. Há é pouco dinheiro...

Um problema:
A forma como os miúdos escrevem. Olho para aquilo e parece que alguém passou para papel o barulho que um 48K fazia a carregar um jogo. Até o próprio facto desses mesmo miúdos lerem isto e o que lhes vai suscitar dúvidas é: 'O que raio é um 48K?!'
Ou na língua deles: 'Uk rráyo é 1 48 mil?'

Item extra:
Pergunta: Estas respostas são todas verdade, ou são dadas para pensarem que somos pessoas interessantes e engraçadas?


Wednesday, October 01, 2014

XX Caminhos Cinema Português

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No dia 1 de Outubro, pelas 17h30 será inaugurada a Exposição (D)Amostra ao Festival e apresentadas as diversas equipas de júris da XX edição do festival Caminhos do Cinema Português. A exposição estará patente de 1 de Outubro a 22 de Novembro, no Espaco C, no Coimbra Shopping.A curadoria deste exposição percorre cronologicamente a história do festival, que começa em 1988, com a Mostra de Cinema, revisitando todas as edições do festival Caminhos do Cinema Português até aos dias de hoje.


Por ocasião da inauguração serão igualmente anunciadas/divulgadas as equipas de júris da XX edição dos Caminhos do Cinema Português. Como tem sido hábito as equipas são compostas por personalidades de mérito cultural e artístico com interacção, directa e indirecta, no mundo da sétima arte.

CURSOS LIVRES - CENTRO NACIONAL DE CULTURA - 4º TRIMESTRE 2014


CURSOS LIVRES | 4ºTRIMESTRE 2014

ABERTO A NÃO SÓCIOS

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I – a escrita do corpo / o corpo da escrita
a partir de as palavras fracturadas,  de ana marques gastão
A literatura e o diálogo interartes debruça-se sobre matérias ligadas à linguagem e à escrita (e sua origem) no diálogo com a dança no sentido mais amplo do termo, o de movimento. Serão também abordadas as relações primordiais e contemporâneas da escrita com a imagem. Procurar-se-á, por outro lado, enquadrar a literatura no mundo das artes, igualmente a partir da noção de jogo, em textos múltiplos, usando ferramentas várias: a origem da linguagem, a história da escrita, a antropologia, a simbologia, a ciência, em particular a geometria – mas também alguns conceitos associados à anatomia –, a filosofia, a dança, a música, a arquitetura, a escultura, a história das religiões e das tradições místicas, a filosofia hermética, a psicanálise, etc…

A estrutura das sessões parte da interação entre dança e escrita, diálogo estabelecido em função da ideia do poeta e ficcionista concebidos como ginastas da melancolia e da pergunta. Saber se a melancolia pertence ao esboço e figuração de uma hipotética definição de poeta constituirá motivo de reflexão teórica. Estudado será também o reflexo da melancolia em obras de natureza e épocas distintas (da Idade Média à contemporaneidade), bem como se analisará o possível diálogo entre poesia e prosa.
Acedendo à deslocação de um corpo tantas vezes desmembrado, o da escrita, surgida apenas há cinco milénios, procurar-se-á decifrar algumas, (im)possíveis, ressonâncias de sentido no plano da construção textual e simbólica, refletindo-se sobre o enigma da criação e o ato da leitura, tendo em conta o que se considera ser a ekphrasis.
A aglomeração de saberes e artes na construção romanesca ou poética, bem como a vivência poliédrica em alguns autores, serão temas de reflexão e de debate.

Coordenação: Ana Marques Gastão
Horário: quintas-feiras; das 18h30 às 20h
Duração:  8 sessões – de  23 de outubro a 11 de dezembro
Preços:
• adulto sócio 120 € | não sócio 144 € 
•  <25 ou="">65 anos sócio 96 € | não sócio 115 €


II – Portugal-Brasil: interseções  na cultura artística dos sécs. XIX e XX
Nos últimos dois séculos, as relações artísticas entre Portugal e Brasil ocorreram num cenário histórico marcado pela especificidade de percursos de cada uma das culturas dos respetivos países. A partir de 1822, o Brasil post colonial organiza-se como grande nação independente e desenvolve a sua própria identidade. Portugal passa por grandes transformações, desde o Liberalismo oitocentista até aos nossos dias. As ligações históricas pesam, mas as influências fazem-se nos dois sentidos. Para Portugal, são marcantes as repercussões consequentes do novo relacionamento, nomeadamente no campo das artes. O conhecimento desta problemática passa tanto pela análise de realidades específicas como pelo destaque de acontecimentos e de figuras e factos, que, de algum modo, tiveram expressão no domínio das artes visuais, nomeadamente nas artes plásticas e na arquitetura. Assim, este curso procura fazer uma abordagem temática com base em oito tópicos referenciais:

- Os artistas e o Liberalismo: Pedro José Pezerat - de arquiteto do imperador do Brasil a engenheiro da Câmara Municipal de Lisboa;  W. von Eschwege - de engenheiro de minas no Brasil a arquiteto do Palácio da Pena em Sintra.
- A obra artística promovida pelos emigrantes portugueses no Brasil: dos Gabinetes de Leitura às sedes das Instituições de Beneficência.
- A encomenda artística dos “brasileiros de torna viagem” em Portugal: destaque para o Visconde de Salreu e a criação artística de Norte Junior e para o Conde de Ferreira e a obra escultórica de Soares dos Reis.
- Os republicanos portugueses no Brasil: o caso de Rocha Peixoto – engenheiro e etnólogo em Portugal e arquiteto e promotor no Brasil.     
- Figuras e factos do primeiro quartel do século XX: as exposições do Rio de Janeiro em 1908 e 1922 e a participação portuguesa; a obra de Rafael Bordalo Pinheiro e de Jorge Colaço no Brasil.                    
-  A presença brasileira na Exposição do Mundo Português em 1940: o pavilhão do Brasil (arq.º Raul Lino)  e a apresentação da obra C. Portinari. 
- A influência do Brasil na construção da arte moderna em Portugal: o efeito da bienal de S. Paulo; Nadir Afonso no Brasil; o efeito da obra de O. Niemeyer e de Burle Max na arquitetura moderna. 
- Balanço e panorama atual: obras  de autores portugueses nas coleções dos museus brasileiros; relação de artistas portugueses com o Brasil (de Vieira da Silva a Júlio Pomar); exposições de artistas brasileiros em Portugal ( destaque para Helio Oiticica e Adriana Varejão).   

Coordenação: Maria Calado
Horário: quartas-feiras; das 18h30 às 20h
Duração: 8 sessões – de 22 de outubro a 10 de dezembro
Preços:
• adulto sócio 120 € | não sócio 144 € 
•  <25 ou="">65 anos sócio 96 € | não sócio 115 €


III – literaturas de expressão portuguesa
Vergílio Ferreira declarou “Da minha língua, vê-se o mar” e o mar foi /é o elo de comunicação do mundo da lusofonia, uma espécie de continente Pangeia que une os diversos países de expressão de língua portuguesa.
É o amor pela língua portuguesa que se espelha nas páginas dos diferentes escritores de literatura brasileira e africana que teremos oportunidade de analisar ao longo de sete sessões:
1.Dom Casmurro de Machado de Assis
2.Capitães da Areia de Jorge Amado
3.A Republica dos Sonhos de Nélida Pinon
4.Terra Sonâmbula de Mia Couto
5.O Testamento do Sr. Nepomuceno da Silva Araújo de Germano Almeida
6.Nação Crioula de José Eduardo Agualusa
7.Parábola do Cágado Velho de Pepetela

Coordenação: Paula Oleiro
Horário: segundas-feiras; das 18h30 às 20h00
Duração:  7  sessões;  de 20 de outubro a 1 de dezembro
Preços:
• adulto sócio 90 € | não sócio 108 € 
•  <25 ou="">65 anos sócio 72 € | não sócio 86 €