Tuesday, September 17, 2013

Jantamos amanhã?

População, povo em geral, juventude, seniores, se quiserem participar no jantar mais importante dos últimos anos, mais conspirativo que o Clube Bilderberg, mais futurista que a nasa, mais ternurento que o bambi, mais viril que o Rambo, mais dialogante que o Kofi Anan, mais quente que vulcão Mauna Loa, então é bom que não faltem a este, até porque sou eu o convidado do Table and Friends desta semana. É no maravilhoso La Paparrucha e não tenham dúvidas que degustaremos ao som de Piazzolla, falaremos como Evita Péron na varanda e fintaremos o mundo como o fez o Maradona. É esta quarta feira, no La Paparrucha e podem inscrever-se aqui.



Atenção juventude: Surf para Kotas na Praia da Areia Branca

Se vos der o frio, há prova de aguardente:

Tem mais de 35 anos e nunca se aventurou no surf? A agência de viagens Oestetur e a Câmara Municipal da Lourinhã, em colaboração com a Oestecim – Comunidade Intermunicipal estão a desafiar quem tem mais de 35 anos a experimentar surfar as ondas das praias da Lourinhã, excelentes para quem pretende iniciar-se no surf. A primeira oportunidade é já nos próximos dias 4, 5 e 6 de outubro na iniciativa de lançamento do novo produto turístico ‘Surf para Kotas’, que inclui um programa específico de duas aulas de surf na Praia da Areia Branca, duas noites de alojamento, um jantar, visita guiada ao Museu da Lourinhã, visita guiada ao Centro de Interpretação da Batalha o Vimeiro e visita guiada à Adega Cooperativa da Lourinhã (com prova de aguardente). Por preços a partir de 125,00€ por pessoa em quarto duplo, as reservas para este programa podem ser feitas através do site www.oestetur.com ou através do número 261 092430. Esta iniciativa conta com a parceria das escolas de surf da região e com diversas unidades hoteleiras.


"Mente-me só se for verdade", o livro, o autor, a volta Portugal em fnacs em 24 horas

Quinta-feira, 19 de Setembro


Finda a volta a Portugal em bicicleta, findo o verão, distante dos anos gloriosos de marco chagas que vencia o prémio da montanha, o individual, a camisola branca com bolinhas vermelhas e andava o mês todo de camisola amarela, decidi também eu fazer a minha volta a Portugal: não a pé, não de bicicleta, mas justamente de carro, em 24 horas, menos até, para que num só dia visite todas as cidades. Ou quase todas. Na verdade, irei fazer a volta a Portugal em fnacs esta quinta-feira, partindo de manhã em albufeira e só acabando à noite no porto. Pelo meio visitaremos as fnacs de Leira, Coimbra, Braga, Guimarães, Viseu e todas as que conseguirmos. O objectivo: promover o meu novo livro “ Mente-me só se for verdade”.  Por isso, se o quiserem receber em mãos do seu autor, basta que esteja atentos ao blogue ou ao facebook do mesmo e percebam a que horas e onde irá passar a caravana. Avançamos a primeira hora e local: 10.30 da manhã, aqui: Fnac Algarve (Algarveshopping | Lugar da Tavagueira, Loja A 006/105). E a caravana segue:

10H30 ALGARVESHOPPING
14H00 COLOMBO
16H30 LEIRIASHOPPING
19H00 COIMBRA
21H30 MAR SHOPPING
22H30 BRAGA




Monday, September 16, 2013

Morrer de menos

Em todo o mundo – e muitas das vezes mais até do que em Portugal – é preciso morrer alguém para que algo mude. Na maior parte do mundo é preciso morrer imensa gente, mas em Portugal, um país poupadinho, basta que morra um ou dois, para que de imediato se repense a lei, o método de funcionamento, se substitua, se altere, se revogue, e em dois tempos, se altere algo que sucessivos tribunais, colóquios e sessões intermináveis de esclarecimento com muitos sábios não conseguiram. De tal modo, que proponho, que em qualquer destas situações, se o objectivo for mudar – mas mudar mesmo – se mate desde logo uma pessoa. Mas ouçam, tem de estar de facto morta.

Não pode ser um simples ferido grave – isso não basta –, ou um ferido ligeiro – nem 20 conseguiram mexer um cêntimo que fosse –, é necessário um corpo inanimado, sem réstia de fôlego. E nisso Portugal pode orgulhar-se, porque de facto são precisos morrer poucos. Veja-se a Revolução de Abril?! Para o que dali veio, por muito pesar que sintamos pelos que morreram (e alguns foram) serão sempre poucos, comparados com a média mundial. Fosse a Revolução de Abril no Paquistão e seriam aos milhares, sangue a jorrar por todo o lado, e nem assim se resolveria a coisa em poucos meses como o fizemos. Em alguns países, morrer parece ser mais fácil mas nem sempre tem funcionalidade. Veja-se a Síria. Já morreram mais de 100 mil e nem assim as coisas se resolveram. Se aqui fosse, estava mais do que resolvido e já andaríamos aos pinotes pelo campo. É preciso morrer muito pouco para que se mude em Portugal e se o nosso país liderasse o mundo não tenho dúvidas que a guerra do Vietname teria duas ou três vítimas e a invasão do Iraque apenas uma. Morre-se demais no mundo. De menos em Portugal. E eu gostaria de nunca contribuir para alterar esta estatística.

Fernando Alvim
Publicado originalmente no jornal i
[Fotografia de Viviana Peretti]

Passatempo Toshiba Volume no Máximo

Os meus incansáveis e gloriosos parceiros da Toshiba voltam a incluir-me num passatempo que poderá agraciar os seus vencedores com gostosos prémios. Como sempre, não basta telefonar ou dizer o nome, mas sim um pouco mais. E o que agora propomos não é difícil. Sigam os passos:


Passatempo Toshiba Volume no Máximo

Participação:
1. Cria a tua playlist no Spotify com 10 a 15 músicas
2. Partilha-a  e recolhe no mínimo 30 votos
3. Deixa que a tua playlist surpreenda o alvim ( aqui o rapaz portanto)

Prémios:
1. Classificado – Mini 3D Soundbar com subwoofer
2. Classificado – Mini 3D Soundbar
3. Classificado – 6 meses de Spotify Premium

Podem saber mais aqui, onde estou com uma cara bem sorridente.

Desejo pois boa sorte a todos e apressem-se porque já não falta muito tempo.