Monday, February 06, 2012

Ciclo de Conferências da Culturgest

Petróleo, Gás, a Energia em mudança: da Geopolítica às Tecnologias e Mercados
por António Costa Silva


Este ciclo de conferências abordará o panorama atual do mercado energético, analisará a evolução do preço do petróleo e os fatores que explicam as suas variações cíclicas e abordará a interação que existe entre o consumo de energia, o desenvolvimento económico e o crescimento demográfico. Serão também discutidas as tendências que estão a emergir na geopolítica da energia e as mudanças correlativas nos mercados financeiros internacionais com a enorme transferência de riqueza dos países consumidores para os países produtores proporcionada pelos preços altos do petróleo. O ciclo abordará também os fatores de mudança do paradigma energético atual, abordará questões da história da energia e extrairá ilações que são candentes para compreender as mudanças atuais. Cenários para a evolução futura da matriz energética com o papel das tecnologias emergentes para o sistema de transportes e para a geração elétrica e térmica, serão discutidos. O papel das energias renováveis, da energia nuclear, dos biocombustíveis e outras soluções será discutido bem como o impacto para a economia e para a vida das pessoas. A interação da energia com o ambiente será abordada na perspetiva integrada que favorece uma nova conceção para o futuro baseada num modelo energético que assegure a estabilidade do abastecimento, a sustentabilidade ambiental e a competitividade económica. Finalmente as questões da Segurança energética na Europa e em Portugal serão abordadas bem como as características específicas da situação energética portuguesa com a discussão sobre o que é preciso fazer.

António Costa Silva é Professor no Instituto Superior Técnico, Doutor pelo Imperial College em Londres e Presidente da Comissão Executiva do Grupo Partex Oil and Gas, que está envolvido em projetos de exploração e produção de petróleo e gás em Abu Dhabi, Oman, Cazaquistão, Brasil, Argélia, Angola e Portugal. Trabalhou no Instituto Francês do Petróleo, foi responsável e coordenador das equipas técnicas que executaram projetos nalguns dos maiores campos de petróleo e gás do mundo, entre muitos outros cargos e missões da mais alta importância no domínio da energia.

8 de fevereiro
Mudanças estruturais e estratégicas em curso no mercado da energia

15 de fevereiro
A matriz energética atual, o contexto histórico, vulnerabilidades e soluções

22 de fevereiro
Cenários para a evolução futura e papel das diferentes tecnologias

29 de fevereiro
A Segurança energética de Portugal e da Europa:
um novo conceito para o século XXI

Comédia de Improviso, pelo Teatro Anónimo



Comédia Teatral de Improviso

Os actores entram em palco sem qualquer texto ou cena memorizada e através de uma série de jogos teatrais, cujas regras são explicadas antes, criam situações, locais, relações e/ou personagens a partir de sugestões dadas pelo público. Os espectadores são assim uma parte activa no próprio espectáculo, que é único e irrepetível, os actores desdobram-se em diversas situações que pretendem divertir e fazer rir o público, criadas na hora, sem qualquer guião. O grupo conta com uma equipa rotativa de 9 actores, subindo a palco em equipas de 4, todos eles com experiência, em teatro e/ou stand-up comedy.

A comédia de improvisação é teatro no seu estado mais puro: é a invocação dos deuses da comédia para que nos ajudem com o público, a fazermos uma celebração única e irrepetível desta coisa que é estar vivo.


Festival Termómetro 2012: o ano em que nos aconteceu tudo!



Não tenho memória de uma final do Festival Termómetro que tenha decorrido de forma tão atípica e azarada quanto esta última. Como seu fundador desde 94, a minha intenção e a de todos é fazê-lo evoluir e torná-lo mais forte a cada ano que passa. Mas este ano sejamos claros: tudo o que podia correr mal, correu de facto. A começar pela sala escolhida - a sala 114 - que se revelou demasiado grande e fria para a quantidade de pessoas que esteve presente. De resto, o azar começou desde logo pelas condições climatéricas e pelo frio que se fazia no exterior (uma das noites mais frias do ano como foi devidamente noticiado) bem como no seu interior, onde a dada altura parecia que podia estar ainda mais frio. No meu caso pessoal, não me recordo de uma noite tão gélida e tão desconfortável quanto esta. E isso - o desconforto que agora falei e o demasiado frio - começou desde logo a ser um dos grandes condicionadores da noite e um dos mais fortes motivos para muitas pessoas não resistissem até ao final.

Depois, reconhecer que o som de palco que normalmente soa de forma imaculada e que usualmente - sempre que realizamos a final no Porto - é feito por esta mesma empresa, desta vez, possivelmente pela acústica do espaço e pela dificuldade inerente a fazer o som a tantas bandas - não soou como no passado. E isso foi o segundo e importante condicionador.

E a partir daqui, foi o chamado efeito bola de neve. Um frio horrível, um som uns furos abaixo do que seria previsível e toda uma série de peripécias que num dia em que editemos um livro sobre este festival, faremos incluir um capítulo dedicado a 2012 que se chamará: 2012: o ano em que nos aconteceu tudo!".

E tudo, foi um guitarrista da banda espanhola ter partido literalmente uma guitarra durante a sua actuação, o que fez com que a banda não a conseguisse concluir; depois o atraso e a demora que se verificou no troca de cada uma das bandas, que é sempre inevitável mas que desta vez demorou ainda mais do que em edições anteriores; e finalmente a actuação dos Linda Martini que só se verificou perto das 5 da manhã, quando lhes havíamos comunicado ao inicio da noite que só por volta das 4 isso aconteceria. O atraso de uma hora no alinhamento (fruto do atraso de justamente uma hora para que chegassem mais pessoas, atraso que lhes foi comunicado) fez com que a banda decidisse tocar apenas 2 temas, o que nos pareceu pouco para as pessoas que esperaram até aquela hora e até para organização que tudo fez para que as coisas acontecessem o mais rápido possível.

E com isto não estamos a desculpar-nos nem a culpar ninguém, mas justamente a tornar público aquilo que de facto aconteceu e que gostávamos que ficasse claro e não voltasse obviamente a acontecer. Algumas pessoas dizem-me: Devias ter feito num sítio mais pequeno? e eu respondo " Sim, mas eu esperava ter mais de 1000 pessoas na final a exemplo de anos anteriores e este espaço garantia-nos isso. Mas isso não aconteceu", dizem-me " o som não estava nos seus melhores dias" e eu respondo " mas esta empresa sempre trabalhou connosco (na final do festival no Porto entenda-se) e sempre ouvimos dos músicos, óptimos comentários. Este ano, as coisas não funcionaram tão bem e não temos dúvidas que a amplitude da sala a acústica da mesma foram claramente prejudiciais.

Não foi um bom ano a este nível e não faremos ouvidos moucos às críticas que nos foram chegando, mas contudo, parece-nos que isto pode servir para que que em futuras edições possamos melhorar naquilo que este ano estava mal, excepto as condições climatéricas, que como facilmente adivinham, não poderemos nunca controlar.

Ficam os vencedores - Crisis - que mereceram uma maioria clara por parte do júri e a estoica prestação de toda as bandas que perante um público que tremia de frio e em alguns casos com condições técnicas abaixo do que seria expectável, conseguiram sempre relativizar isso (excepto o já supracitado guitarrista espanhol). É pois a todas elas e também ao público e até ao guitarrista espanhol, que honestamente agradecemos terem ido e participado na final do festival, prometendo que em 2013 faremos que este ano seja justamente o que ele merece, um ano que pertencerá já ao passado.

Parabéns aos vencedores, ao júri, a todas as bandas que foram à final e participaram nas eliminatórias, a todos os outros elementos da organização e staff do festival, a todos os bares que nos acolheram de forma tão calorosa, aos nossos incansáveis patrocinadores, ao público que assistiu a cada uma das eliminatórias e à final, à imprensa que nos foi divulgando e à equipa técnica que sabemos tudo ter feito para que as condições de som fossem as melhores e que tudo corresse da forma mais célere.

A todos o nosso sincero e profundo agradecimento, com o forte desejo de que os nossos críticos de hoje tenham saúde e vida eterna, para que já em 2013 nos possam aplaudir de pé. 

O director do festival:
Fernando Alvim

Thursday, February 02, 2012

A passagem do «Último a Sair» por Coimbra é já sábado

4 de Fevereiro | 17h00
Fnac Coimbra 
Com:
Rui Unas


A primeira série de ficção baseada em reality-shows emitida pela RTP chega agora aos portugueses em formato DVD para todos poderem recordar os momentos inesquecíveis de Bruno Nogueira, Miguel Guilherme, Luciana Abreu, Roberto Leal, Bataton, Gonçalo Waddington, Sónia Balacó, Susana Mendes, Débora Monteiro, Luís Pereira de Sousa, Rui Unas, Miguel Damião e Filipa Castro.

Último a sair é uma série de ficção de 24 episódios que satiriza o conceito dos reality-shows, colocando dentro de uma casa 13 concorrentes-atores, que todas as semanas expulsam uma pessoa.

As idas ao confessionário, o dramatismo a cada expulsão dum concorrente, as conversas sobre temas banais, as discussões, as intrigas e os grupos que se vão formando e criando estratégias para ganhar, dão realismo a esta inovadora série de humor, da autoria de Bruno Nogueira, Frederico Pombares e João Quadros. 

1210 minutos de programa, numa caixa com 6 dvds já disponível no mercado é o resultado da parceria entre a RTP, a Produtora Até ao Fim do Mundo e a distribuidora e editora Cego, Surdo e Mudo Produções Multimédia.



À venda 
Nas lojas FNAC ou através do e-mail cegosurdoemudo.pm@gmail.com
Preço
PVP: 29,99 €
Site
http://www.ultimoasair.com/
Facebook
http://www.facebook.com/ultimoasair?ref=ts

Pedido de informações e imagens: 
Nadia Sales Grade
WAKE UP! Comunicação
Tlm 966404444 
press.cegosurdoemudo@gmail.com


Ana Gaivotas
Catarina Agostinho
Marketing RTP
Tel 919677400
ana.gaivotas@rtp.pt
catarina.agostinho@rtp.pt

Termómetro: reserva de bilhetes

A Final do Festival Termómetro de 2012 está quase aí - é já no próximo sábado, no Porto - e a melhor maneira de não esbarrar num cartaz - embora bonitinho, feito com amor, airoso - de «Lotação Esgotada», é reservar os bilhetes. Poderão fazê-lo para este endereço:


Pagamento por transferência, 8€, e não se esqueçam do comprovativo. 
(Comprados à porta, no próprio dia, os bilhetes custam 10€.)

As portas abrem às 22h00 e os SALTO inauguram o palco às 23. Depois há as bandas finalistas e os Linda Martini. Um sábado em cheio, portanto.