Monday, September 20, 2010

5 Para a Meia-Noite: 5 para o Porto!

Nesta última semana da 3ª série do 5 Para a Meia-Noite, sob o signo do verbo "Tripar", estaremos os 5 para o Porto!

Na terça-feira os meus convidados na Invicta serão Jorge Palma, Júlio Machado Vaz, Marta Ren e Isaque Ferreira. Bemo-nos lá.


Dânia Neto para a Maxmen: Hoje, no estúdio de Carlos Ramos

Friday, September 17, 2010

À Conversa Hoje à Noite em Paços de Ferreira



É hoje à noite em Paços de Ferreira para onde tenho a melhor ideia de marketing que alguma vez criei para uma cidade. Não irei passar música, mas serei o convidado para uma conversa, que se realiza - curiosamente - numa discoteca. Mas irei falar de tudo e responderei com afinco às perguntas que me forem colocadas pela assistencia. E assim, Falaremos sobre rádio, sobre futebol, sobre a dona Dolores, sobre a televisão e Queiroz, sobre justiça, sobre o mundo e o que resta dele, sobre o Chuck Norris e onde pára a Cristina Caras Lindas. É hoje a partir das 22.30, na discoteca Elitis Club. Venham esses abraços, esses beijos, como se tivesse chegado de uma viagem longa a precisar de saudações várias. Venham daí essas perguntas que farei questão de responder mais logo.

Thursday, September 16, 2010

É Oficial: Fernando Alvim, Porta-Voz do Candidato Vieira


Comunicado à Nação



Portuguesas e portugueses, é com tremenda honra e incontido orgulho, que anuncio publicamente que serei o porta-voz da candidatura de Manuel João Edmundo Guedes Matraquilho Bonifácio Hércules DeSotto Sottomayor Vidigueira Vidigal Venceslau Gonçalves Bettencourt Rodrigues Vieira à Presidência da República. Hoje somos poucos, amanhã seremos menos. Pelo país que temos e pelo que não temos, urge agir e conseguir numa primeira fase, as 7500 assinaturas que permitirão ao Candidato Vieira seguir em frente e inclusivamente ter tempo de antena. Juntem-se a nós, votemos no Candidato Vieira. Gritemos pois: Vieira! Vieira! Vieira!


Wednesday, September 15, 2010

Renting emocial, não vai nada mal!



O time sharing chegou ao amor e são muitas as pessoas que perceberam a tempo que pode aqui não haver vigarice. Pelo contrário, há quem não queira ter alguém permanentemente, mas não dispense ser amado de vez em quando. Toda a gente quer amor - é tão bonito - embora muitos sejam aqueles que o dispensem por um determinado período. Vamos cá ver, isto é como ter uma casa de férias no Algarve: vai-se lá de vez em quando, sobretudo no Verão, é bestial, está muito bom tempo, as praias são óptimas, a água está morninha, mas passadas umas 3 semanas sabemos que isso vai acabar. E não é o fim do mundo. Nem tem que ser.

Os portugueses têm a mania de comprar tudo. E se for a pronto, melhor ainda. E isto às vezes, com franqueza, pode não ser a melhor opção. Eu sei porque é que os portugueses gostam tanto de comprar. Sabem porquê? Porque ao comprarem, sabem que podem mudar. E fazer obras e construir ali mais um anexo ou outro, sem ninguém ver. E por isso mesmo, quando confrontados com o amor, querem comprar tudo para fazer as tais mudanças. Ah pois. Como se fosse um T2 ali para os lados do Restelo. Mas não, uma pessoa não é um T2 em que se possa transformar a varanda numa marquise. Uma pessoa não é um bem imobiliário que pode ser vendido pelos senhores da Remax. Uma pessoa é – e perdoem-me desde já a redundância – uma pessoa é uma pessoa, caramba. E se não se importam vou beber água que já me estou a enervar com esta história.

Daí que chegou esta coisa do time sharing ligado ao amor, ou se quiserem, do renting emocional. Vamos cá ver: existem duas pessoas a precisar de amor. Na verdade nem uma nem outra se amam, mas enquanto não aparece a pessoa certa - se é que algum dia irá aparecer – vão-se amando como podem. Não me parece mal. De vez em quando encontram-se, vão jantar, tratam-se bem, falam sobre as suas vidas e como estão as coisas e divertem-se, alugando-se um ao outro. Sem que seja necessário, haver um compromisso. E não se pense que isto é só sexo, de maneira nenhuma. Até pode não haver (embora deva que é bom). O que importa mesmo, é que não exista uma cobrança para o amor. Que não se apresente a continha ao final do dia como é costume. Que nada se dê por adquirido, por comprado a pronto. Daí este renting emocional e o sucesso que está a ter. E porquê? Ora porquê? Porque percebeu que às vezes mais vale assim. Isto é, nem todas as pessoas, querem casar, ter filhinhos muito bonitos e um cabrio para andar ao fim-de-semana. Há quem queira amar em regime de time sharing. Há quem não tenha tempo para amar. Ou não encontre. Ou não tenha jeito para o amor. Então e esses, o que é que fazem? Ficam a chorar em casa, querem ver?! Não senhor, aderem ao renting emocional e é uma maravilha. Porque uma pessoa não é uma casa. Porque nem todos querem comprar e pronto.


Fotografia by Virginiaz