Thursday, May 29, 2008

Revista 365. A lista de distribuição Oficial

Lista actualizadíssima de postos de venda:


Feiras do Livro do Porto e Lisboa ( Stand da Editora Quasi)



LISBOA
TEMA (Centro Comercial Colombo); PARALIVROS (Cinema King); EL CORTE INGLES; BULHOSA (Entrecampos, Oeiras, Campo de Ourique, Amoreiras, Twin Towers, Linda-A-Velha e Cascais Villa); FNAC; RELAY (Aeroporto); BARATA (Avenida de Roma); A TRAMA (Rua S Filipe Nery, 25B); IN CUBO (Príncipe Real); TABACARIA AVIZ (Centro Comercial Imaviz); QUASI (Feira do Livro), Centro Comercial Amoreiras (Papelaria Cigarreira de Prata).
TORRES VEDRAS
LIVRO DO DIA.
LEIRIA
ARQUIVO.
BRAGA
CENTÉSIMA PÁGINA.
VISEU
PRETEXTO.
SERPA
VEMOS, OUVIMOS & LEMOS.
COIMBRA
ANTÓNIO MONTEIRO (C. C. Golden); QUARTERO; XM; MAU FEITIO; PRETO NO BRANCO; QUIOSQUE da ESTAÇÃO B.
PORTO
ERA UMA VEZ; GATO VADIO; JO JO’S; PIOLHO; LIVRARIA SERRALVES; TABACO & COMPANHIA; MARIA VAI COM AS OUTRAS; MATÉRIA; POETRIA; PRIMA; XM; PRIMA – ARTES EM PARTES; LIVRARIA LEITURA; Quiosque da ESTAÇÃO De CAMPANHÃ; RELAY (Aeroporto), Index, Almedina Arrábida Shopping.
AVEIRO
Quiosque da ESTAÇÃO de Comboios; A TABACARIA; UNIVERSIDADE DE AVEIRO.
FIGUEIRA DA FOZ
PAPELARIA LUSITANA; PRESS CENTER.
FARO
RELAY (Aeroporto).
MADEIRA
RELAY (Aeroporto).

Não se esqueçam de ir visitando o blogue da 365.

O problema do Assédio


Existe um problema com o assédio sexual em Portugal e o problema é que há pouco. Há pouco assédio e as pessoas andam naturalmente tristes. A culpa é exactamente daquele individuo que ocupa um lugar na hierarquia da empresa que lhe permite fazer um assédio como deve ser, mas que em vez de aplicar todo o seu saber nesta nobre arte, faz exactamente o pior que se pode fazer numa situação destas, que é trabalhar como se nada fosse. Isto é, vai uma rapariga com uma mini saia justa para o emprego, um topzinho para celebrar a Primavera e um perfume que já se faz sentir na segunda circular e o tenrinho do Patrão cumprimenta-a com a deferência de um chefe de estado quando acompanhado da sua mulher. E o resultado é que perante isto, outra alternativa não resta, do que neste quase alheamento dos patrões, os funcionários se metam uns com os outros, no fundo para matarem as mágoas. O que não é bem a mesma coisa. E prejudica imenso a chamada rápida ascensão na empresa que até então era um dos seus maiores clássicos. Longe vão por isso os tempos em isso acontecia e que alguém passado dois meses de ter começado a trabalhar na recepção fazia já parte da administração e saía ao final do dia, já no acento direito do carro do patrão. E eu não vejo mal nenhum nisso. Bem pelo contrário. Acho até muito saudável e tenho eu pena de não ser patrão nos dias de hoje, para instituir regras que estimulassem a pratica de um assédio sustentado e moderno ( não me perguntem o que é que isto quer dizer porque eu não faço a mínima ideia, mas soa muitíssimo bem) que estimulasse em vez de retrair, que reproduzisse em vez de extinguir.




O assédio é como a praxe académica, quando bem feito é uma coisa boa. Quando mal feito, pode ser mau de mais. E o que está a acontecer, é que à custa desta inércia dos chefes, começam a inverter-se as normas e são já muitas as funcionárias, que atendendo a esta inadmissível situação, se fazem ao chefe, dando elas próprias uma palmada à sua passagem à qual juntam comentários tão perniciosos como ' Ai chefe, consigo montava hoje uma empresa' ou pior ainda ' ai chefe, quando é que vamos abrir essa conta!' e coisas muito piores que me escuso agora a reproduzir por temer que o Padre Melícias possa estar a ler este artigo. Se sim, desculpe senhor padre. Se não, vamos em frente.


Ora, existem dois tipos de assédio, o assédio que se pode provar e o assédio que não se pode provar. E aqui entre nós, o que se pode provar é muito melhor porque precisamente se pode, nada nos impede de o experimentar, de o provar caramba, enquanto o outro, o que não se pode, implica chuchar no dedo com grande intensidade e inclusive, ir para casa a pensar como poderia ter sido bom.

Monday, May 26, 2008

www.myspace.com/fernandoalvim







Há pouco mais de um mês, tive o honroso convite para ser padrinho do Myspace Portugal e para início de conversa perguntei logo se seria uma espécie de padrinho à espanhola. A resposta foi negativa e as minhas orelhas que até então estavam pontiagudas, baixaram velozmente.

É a primeira vez que sou padrinho do que quer que seja e isso enche-me de orgulho, embora não saiba propriamente como se processa a história das amêndoas na Páscoa.


Sou padrinho do Myspace Portugal – gostava que me imaginassem agora aos saltos pela serra do Monsanto a cantar o Tirolês – e a madrinha, imaginem só, é a Isabel Figueiras, que em tempos me fez embater numa outra viatura que seguia à minha frente, devido a uma fotografia gigante sua que ornamentava a sede da Triumph Portugal, à entrada de Lisboa.


Não sei se já vos disse que sou padrinho do Myspace Portugal – sou sim, muito prazer – mas o que importa agora é que saibam que o genial Luís Cardoso(http://br.youtube.com/luiscardoso9) foi o responsável pela criação e design do meu endereço que está esta pequena maravilha.
A minha morada é: www.myspace.com/fernandoalvim e estão evidentemente convidados a visitarem-me. Penso que haverá bebidas no frigorífico e gelo no congelador. Sirvam-se pois à vontade.

Entretanto, já hoje no Lux, dia 27 de Maio, O Myspace Portugal apresenta-se ao público com uma festa promissora que junta os portugueses Vicious Five e ainda Sam Sparro, uma das maiores revelações deste ano. A coisa começa às 21.30. Até lá.



P.S - A Revista 365 está finalmente representada nas feiras do livro, provando com isso que é maior que o grupo Leya, visto estar nas duas - Lisboa e Porto - e este só estar na primeira. A vida é isto. www.revista365.com

bnaonline.blogspot.com



É a descoberta da semana. Tem alguns programas da primeira, segunda e terceira série do Boa Noite Alvim e imagens do mítico programa entre Barbas e Máximo. Tudo isto numa altura, em que sou informado que haverá uma 4ª série. Não está mau.

Sunday, May 25, 2008

Edson e Calvario. Athaíde e António no Boa Noite Alvim. 23 horas. Sic Radical.Domingo.25 de Maio.






E é mesmo isso. É já este Domingo, o último de Maio, que, na SIC Radical, ali um bocadinho de nada depois das 23 horas, o “Boa Noite Alvim” dá o seu 12º, e firme, passo rumo a sabe-se lá onde e o quê. Mas será mítico, disso ninguém duvida, excepto um cidadão que mora ali na zona de Águeda, mas que entretanto já foi colocado na ordem via “duas coronhadas” em sítios que dói muito. Foi nos rins, nada de golpes baixos. Adiante, que será um “Boa Noite Alvim” com, pasme-se, convidados, rubricas e uma ou outra surpresa à qual só se consegue, e deve, associar o adjectivo “delirante”. Há mais uma adjectivação possível, mas inclui uma asneira depois de um “do”.




Como convidados, duas figuras, uma da canção, a outra da publicidade. A figura da canção trata-se, claro está, de António Calvário, voz eterna de uma geração que clamava por sensações mais mundanas. Calvário, homem que até o pijama é um fato de gala, destila classe e vem falar com Alvim a propósito de um livro de memórias, onde reúne bastas histórias. Se pensam que os Rolling Stones é que tinham (ou têm? Se ainda tiverem, essa imagem mental é indutora de vómito em qualquer pessoa que se preze e livre de patologias) roadies malucas, pensem novamente. Calvário era a verdadeira “cena” nos anos 60. Pelo menos é o que vem no livro e, como é sabido, se vem num livro, é verdade. É em livros e na internet.





Mas há outro convidado. Se Calvário é o “senhor canção ligeira que tanta calcinha humedeceu faz cerca de trinta anos”, o outro convidado, Edson Athayde, é o “senhor publicidade”. De tal forma que, caso não saibam , até conseguiu vender Guterres aos portugueses como Primeiro-Ministro. Carioca de gema, Edson é dos poucos brasileiros em Portugal que não veremos marcar um golo ao nosso clube, a dizer-nos para abrir a boca enquanto empunham uma broca ou a perguntar-nos que ingredientes queremos na nossa pizza. Tem também um tio Olavo que só parece existir na sua cabeça. Ah, e diz quem esteve nas gravações que Athayde e Calvário terão disputado um caloroso duelo de braço de ferro. O vencedor defrontaria Fernando Alvim, afamado título mundial de Judo e outras coisas menos convencionais.




Porém, e tendo o vencedor do duelo Athayde x Calvário deixado o braço do adversário num estado lastimoso, Alvim logo tratou de adiar a grande final de braço de ferro, apresentando um atestado médico demonstrativo de como não poderia fazer esforços. Parecia um papel rabiscado por um deficiente mental, mas enfim. É de ver isto tudo, quanto mais não seja porque Alvim telefonará pessoalmente a todos quanto o fizerem, agradecendo e, quiçá, até vertendo uma lágrima ou outra. Embora diga que lhe entrou uma coisa no olho.