Tuesday, August 28, 2007
Monday, August 27, 2007
De cada vez que sai um número da revista 365 fico vaidoso e apetece-me ir para a rua vendê-la de porta em porta ou então divulgá-la como se de uma religião nova se tratasse. Colocava um fatinho, gravata com nó bem feito e lá ia eu, ding dong : “ Quem é?” – Eu peço desculpa estar a incomodar mas era apenas e só para lhe dizer que saiu o novo número da revista 365 que é esta beleza, olhe para isto! É ou não?”
A verdade é que não faço isto – infelizmente - mas não minto quando aqui vos revelo que sou eu, que em Lisboa por exemplo vou fazer a distribuição da mesma nos locais do costume: Na Ler devagar, na Assírio&Alvim, ao armazém da fnac que agora mudou-se para Alverca e também noutros sítios de outros cidades onde invariavelmente apareço de capacete na mão e revistas. Para além desta distribuição que se refere aos locais de venda, existe a outra distribuição que consiste em fazer chegar a revista às agências de publicidade e também a algumas marcas importantes. Nestes casos, quando num só edifício existem 6 ou 7 marcas que nos interessam, eu gosto de ir lá pessoalmente deixá-las e não raras vezes entregá-las em mão. É importante tentar falar com o maior número de directores de marketing e convencê-los de que deveriam apostar já no próximo número que, já que falamos disso, irá sair em Setembro. O mais curioso, é que nestes edifícios sempre que me é dado um cartão para entrar e ir ter com alguém, esse mesmo cartão diz invariavelmente a mesma coisa: “ Estafeta”. E assim quando me perguntam o que faço eu nesta publicação, eu com incontido orgulho respondo que sou director e também estafeta – e dos bons, porque nunca me esqueço de trazer o papel que dou à entrada assinado pela pessoa que visitei.
Mas agora o que interessa é que está cá fora um novo número da revista 365 que é o 25, um número bem redondo – não é à tua que a ele estão associadas as bodas de prata – e que tem na capa uma bela foto da Ângela Berlinde e textos de, e aqui vai disto: António Gregório, augusto justo, Daryl furr, Délio Nunes, Pedro Santo,Pedro Tenreiro, Eduardo Brito e uma refrescante entrevista com Juan Santos y El Combo Eléctrico.
Custa 2 Euros, está desde esta semana à venda e sabem que mais, deveriam comprá-la e depois disso, se gostarem dela – e é claro que vão gostar – divulgá-la junto das pessoas que vos pareçam com o espírito necessário para ser apreciador de uma revista deste género. De histórias, de contos, de crónicas, de literatura.
É o número 25 e para mim, como sempre acho, é a melhor edição de todas. Se não acreditam, visitem lá o site: www.revista365.com
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